Vazio sanitário é desrespeitado em propriedades de Goiás

Quadro representa preocupação extra para os produtores de soja.
Medida é importante para evitar que a ferrugem asiática apareça.

Do Globo Rural

A soja está em uma área às margens da BR-060 no município de Acreúna, sudoeste de Goiás.

Olhando de longe parece que a plantação está toda seca, mas de perto, dá para ver que alguns pés estão verdes.

Goiás está em pleno período de vazio sanitário e em hipótese nenhuma a planta de soja, mesmo seca, poderia estar no solo. O agricultor corre o risco de responder na Justiça por desrespeitar a lei.

O vazio sanitário começou em 1º de julho e vai até 30 de setembro. Durante 90 dias, os agricultores são obrigados a eliminar as plantas de soja que estiverem no campo.

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária é responsável pela fiscalização. Cabe à agrodefesa vistoriar todo o território goiano e detectar vestígios de soja. O objetivo é controlar e reduzir a presença do fungo causador da ferrugem asiática.

De acordo com o agrônomo Marcus Vinícius Vieira, a proliferação da doença pode causar perdas na produtividade das lavouras.

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária informa que o responsável pela lavoura já foi notificado para eliminar a soja. Caso não cumpra a determinação, o agricultor será autuado e vai pagar multa de R$ 250 por hectare plantado.

Fonte: G1

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