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Setor florestal investe R$ 114 milhões em ações contra a Covid-19

Na atual pandemia de coronavírus, as empresas de árvores cultivadas estão fazendo parte de um grande movimento da iniciativa privada, que está auxiliando o País. Bracell, Cenibra, CMPC (e sua subsidiária Softys), Duratex, Gerdau, Ibema, International Paper, Klabin, Suzano, Veracel e Westrock investiram, pelo menos, R$ 114 milhões em ações que beneficiam brasileiros em todo o território.

Os recursos foram destinados para doação de equipamentos hospitalares; materiais de proteção a profissionais de saúde; itens de higiene; cestas básicas; além de produtos fabricados pela própria indústria, em 12 estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Ceará, Bahia, Pernambuco, Maranhão e Pará.O setor de árvores cultivadas vem buscando o equilíbrio entre minimizar os efeitos devastadores da Covid-19, garantir que os produtos que saem das suas fábricas espalhadas em quase todos os estados brasileiros cheguem aos hospitais e às residências onde são fundamentais, ao mesmo tempo que toma atitudes firmes para cuidar da saúde dos colaboradores.

“Na crise, temos três certezas: há aprendizados, oportunidades e a crise sempre tem fim.

As companhias têm tirado ensinamentos a cada dia, desde o cuidado com os colaboradores e terceiros até o auxílio às comunidades e aos demais brasileiros”, afirma Paulo Hartung, presidente da Ibá, entidade que reúne as principais empresas do segmento.

No Estado, a CMPC, por meio de uma das suas empresas, a Softys – subsidiária de produtos de higiene e cuidados pessoais -, anunciou, recentemente, a compra de uma segunda máquina para fabricar máscaras cirúrgicas descartáveis no Brasil, o que permitirá uma capacidade de produção de 14 milhões de unidades por mês.

A companhia fará a distribuição gratuita desses suprimentos de proteção no atual contexto de combate ao coronavírus.

O Rio Grande do Sul, onde a CMPC mantém suas operações no Brasil, será um dos estados a receber os primeiros lotes de máscaras, que serão destinados aos serviços públicos de saúde de municípios gaúchos. O grupo também reservará uma quantidade de máscaras necessárias para o uso e os cuidados de seus próprios colaboradores. Outros estados nos quais estão localizadas as unidades industriais da Softys – São Paulo, Paraná e Pernambuco – também receberão a doação do equipamento.

Recentemente, a companhia divulgou o início da fabricação de máscaras de proteção em sua planta industrial de Caieiras, em São Paulo, que, até o início de maio, deve produzir 1,5 milhão de máscaras por mês. Devido à alta demanda por itens de proteção para profissionais de saúde e para a população, a empresa decidiu ampliar em oito vezes a produção de máscaras de proteção com a aquisição de uma segunda máquina, que deve iniciar a produção de 12,5 milhões de máscaras em até 120 dias.

Fonte: Jornal do Comércio

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