Sem agroquímicos e aplicação aérea, exportações brasileiras estariam noutro patamar

 

Este repórter está em Maringá (PR), onde acompanha o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil, esta semana.

Nesta terça-feira (7), dia da abertura, foi divulgado um estudo encomendado pela Syngenta, que mostra o impacto em quatro cadeias produtivas caso não tivesse sido criada a lei a 7.802/89, que regulamentou o uso de defensivos agrícolas no Brasil.

Sem a legislação e por consequência, sem a aviação agrícola para aplicar os produtos, as culturas de soja, arroz, algodão e cana de açúcar viveriam outra realidade, bem mais modesta, digamos, no que se refere às produções.

No arroz, sem o uso regulamentado dos defensivos, provavelmente teríamos uma produção de ao menos 2 toneladas inferiores. Já sem a proteção da aviação agrícola nessas lavouras as exportações seriam 61 vezes menor.

Já a soja, sem a aplicação aérea, teria suas exportações reduzidas ao menos 15 vezes. No algodão, os números de produção e das exportações, seriam quase 3 mil vezes menores.

Resposta

O levantamento, que cruzou dados históricos de produção e produtividade, além do crescimento da área plantada nos últimos anos no Brasil e outros números influenciadores, foi encomendado em meio a algumas iniciativas de grupos que são contra o uso de agroquímicos e também querem extinguir a aviação agrícola no Brasil.

Publicado por: alexsoares

Fonte : Canal Rural