Santa Catarina estuda ações para minimizar impactos da seca

Lavouras de milho e feijão estão entre as mais afetadas

por Globo Rural On-line, com informações da Agência Safras

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A forte estiagem que atinge Santa Catarina fez 37 municípios decretarem situação de emergência. No total, são mais de 346 mil pessoas afetadas. O secretário da Defesa Civil do estado, Geraldo Althoff, garante que o governo do estado já estuda ações para enfrentar o problema. “O objetivo é não só prestar atendimento imediato, como também construir um projeto que minimize os prejuízos e danos da estiagem no estado", diz.
A seca já vem sendo discutida e o monitoramento das áreas catarinenses vem sendo feito por meio das gerências regionais, que identificaram 15 municípios em situação crítica no estado. De acordo com o órgão, já foram realizadas 410 comunicações ao Banco do Brasil de perdas na agricultura, e 350 pedidos estão na espera para serem protocolados. Para ser beneficiado pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), o agricultor comunica ao banco o problema e na sequência um técnico emite o laudo da situação.
De acordo com o Ciram/Epagri, o período de estiagem deve se entender pelos meses de janeiro e fevereiro. "As chuvas ficarão bem abaixo da média e em períodos espaçados. Se ocorrer chuva, há o risco de granizo e vendaval", alerta a metereologista Marilene Lima.
Atualmente, o Ciram/Epagri dispõe de três estações na região do Extremo-Oeste e Oeste: São Miguel do Oeste, Campo Erê e Itapiranga. Em São Miguel do Oeste, por exemplo, as perdas chegam a 50% no milho, 70% no feijão, entre 25% e 40% na produção de leite e entre outras culturas de 20 a 40%.

Fonte: Globo Rural

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