raças de ovinos

O início da temporada de remates faz o campo voltar os olhos para a ovinicultura. Conheça as principais raças que estarão nas pistas do Estado:

Merino Australiano

É uma raça especializada na produção de lã fina – de maior valor
industrial. Não se adapta bem em campos úmidos e baixos. Entre as suas
vantagens está a produção até uma idade avançada.

Ideal

Originária da Austrália, sua ênfase está na produção de lã de qualidade,
mas também é destinada para produção de carne. Em boas condições de
alimentação, produz bons cordeiros para abate

Corriedale

Tem origem na Nova Zelândia e é a raça mais presente nos campos do Rio
Grande do Sul. É de duplo propósito, mas mais usada para produção de
carne.

Texel

Ovino de tamanho médio, com origem na Holanda. É usado predominantemente para carne. Produz uma carcaça considerada de ótima qualidade.

Ile de France

De origem francesa, produz uma carcaça pesada e de qualidade. Destacados para produção de carne, animais da raça conseguem ganhar peso de forma rápida.

<?XML:NAMESPACE PREFIX = "[default] http://www.w3.org/2000/svg" NS = "http://www.w3.org/2000/svg" />4,1 milhões de ovinosÉorebanhoestimadopelaSecretariadaAgriculturanoRioGrandedoSul

O que observar na hora da compra:

– É preciso definir com clareza o objetivo da produção: se carne, lã ou ambas. Dependendo do tipo, é preciso observar características diferentes nos animais.

– Em feiras oficiais ou compras particulares, é preciso ter atenção especial para a sanidade. Animais devem estar sem defeitos de casco e  frieiras.– Na compra de reprodutores, é preciso pedir sempre o exame andrológico (que indica a qualidade do sêmen). É aconselhável solicitar também o atestado negativo para epididimite ovina, que é a inflamação dos testículos do animal.

– A qualidade de um ovino independe do seu tamanho e peso. Animais de raças para produção de carne são normalmente mais leves que os de lã. Na produção de carne, o que importa é o número de quilos no momento do abate.

– Visualmente, em animais de raças de lã, é possível observar aspectos da cor, densidade do velo, número de ondulações por polegada.– Se o objetivo for a melhora genética do rebanho, é aconselhado pedir  cópia do registro do animal, feita pela Associação Brasileira de  Criadores de Ovino (Arco)

Fontes:
José Carlos Ferrugem Moraes, veterinário e pesquisador da Embrapa
Pecuária Sul, e Roberto de Azambuja, veterinário e inspetor técnico da
Arco

Créditos imagens:

Merino: Roberto Witter, especial

Ideal: Duda Pinto, especial

Corriedale: Cristiano Lameira, especial

Texel: Tadeu Vilane, Agência RBS

Ile de France: Bruno Alencastro, Agência RBS

Create infographics

Fonte: Zero Hora

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *