Presidente interina da Funai recebe Deputados da Comissão de Integração Nacional

Objetivo do encontro foi estreitar as relações entre a Funai e a Comissão

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Foto: Reprodução/Canal Rural

Ao final da reunião, a sensação de que o diálogo foi positivo para ambas as partes

A data do depoimento da ministra-chefe da Casa Civil à Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia, só será definida após os parlamentares se reunirem com a presidência da Embrapa. O assunto em pauta será a demarcação de terras indígenas no país. Hoje, os deputados foram recebidos pela presidente interina da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Augusta Assirati.
O objetivo do encontro foi estreitar as relações entre a Funai e a Comissão, da Câmara. Ao final da reunião, a sensação de que o diálogo foi positivo para ambas as partes.
– Esse diálogo é importante. Ouvir todas as partes é importante, sobretudo é fundamental o respeito a todos os órgãos que trabalham e que desempenham funções públicas. Nós temos uma missão constitucional e queremos que ela seja respeitada. Nossa missão é proteger os direitos dos povos indígenas, e queremos também ser compreendidos no nosso papel – disse a
– Há uma questão muito importante da nossa vinda a Funai, e há uma sensação de mudança de comando e de desorganização anterior, e isso está claro – disse o deputado federal e presidente da Comissão Integração Nacional e Amazônia, Jerônimo Goergen.
A Funai decidiu receber a comissão depois que a ministra chefe da casa civil, Gleisi Hoffmann, foi convocada pela segunda vez por parlamentares, para prestar esclarecimentos sobre a demarcação de terras indígenas.
– É uma solução a ser tomada pela área política do governo, que é exatamente o porquê de hoje nós estarmos convocando da ministra Gleide, que não marcaremos a data da ida dela ao congresso, em razão desta reunião de hoje. Vamos cumprir uma etapa na próxima quarta-feira indo até a Embrapa. Já que a Embrapa foi proibida pelo governo de ir até a câmara, então nós iremos até ela – disse Georgen.
Atualmente, a demarcação das áreas deve levar em conta, além dos laudos da Funai, a análise de outros órgãos do governo federal. Os deputados da comissão querem a suspensão do processo.
– Nós registramos a presidente esse pedido, que manifestou que não tem bem a convicção que esta é a melhor saída. Mas, foi o registro que nós fizemos formalmente para que suspenda todos os processos para que a gente possa fazer essa reconstrução de relacionamento – relata o deputado.
– A gente precisa também buscar soluções de avançar em relação aos conflitos, garantindo os direitos indígenas, mas, também com olhos abertos para situações de conflitos que estejam ocorrendo no país, e que a gente possa contribuir com a solução. Essa é a perspectiva – concluiu Maria Augusta.

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Fonte: Ruralbr

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