Política regional a caminho

Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, aposta que novo sistema fortalecerá parceria

Mendes Ribeiro (2E) e Veríssimo de Jesus (3D) em palestra na Lide Sul<br /><b>Crédito: </b> VINÍCIUS RORATTO

Mendes Ribeiro (2E) e Veríssimo de Jesus (3D) em palestra na Lide Sul
Crédito: VINÍCIUS RORATTO

O Estado terá uma política agrícola diferenciada. O anúncio foi feito ontem pelo ministro da Agricultura (Mapa), Mendes Ribeiro Filho, em encontro com empresário no seminário Lide Sul, na Capital. Os detalhes serão anunciados nas próximas semanas. A ideia é valorizar e estimular de forma diferenciada cada setor. O ministro também falou sobre o Novo Código Florestal, sancionado na segunda-feira pela presidente Dilma Rousseff, após duas versões e muita polêmica. "É impossível haver um código perfeito. Mesmo assim, está sendo dado o maior espaço democrático para o seu debate." Para ele, com o Código pronto, o Brasil sairá maior e mais respeitado no mundo.
Mendes lembrou que o país está crescendo e tornando-se referência para outras nações, como no caso da produção de alimentos. Ele lembra que o país vem ampliando a sua produção, mas que o desafio é elevar a eficiência, reduzindo os prejuízos aos agricultores. Para ele, é fundamental um debate ampliado. Tanto que o Mapa recebeu 300 sugestões ao Plano Agropecuário, previsto para ser anunciado em junho. O ministro destacou ainda a relação tensa com a Argentina. Demonstrou preocupação com a situação financeira do país vizinho e ressaltou que não deixará de defender os interesses brasileiros, apesar da boa relação.
Segundo o presidente do Lide Sul, Gustavo Ene, o agronegócio é um segmento importantíssimo da economia do Rio Grande do Sul e, em função disso, todas as alterações e mudanças interessam aos empresários. Ele citou, por exemplo, a urgência de se debater os reflexos do Código Florestal, que precisa equilibrar meio ambiente e produção. O vice-presidente do Grupo Record RS, Veríssimo de Jesus, também acompanhou o debate. O Lide reúne presidente e vice de empresas com faturamento anual superior a R$ 100 milhões ou líderes em seu segmento.

Fonte: Correio do Povo

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