Mudança é aguardada pelo setor produtivo

O avanço para um novo status sanitário também é aguardado pelas indústrias do setor.”Este é um importante passo para o reconhecimento do Rio Grande do Sul como área livre de febre aftosa sem vacinação e precisava acontecer antes do mês de maio”, explica o presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS, Rogério Kerber.

A necessidade de vacinar antes se explica pelo prazo: a medida deveria ser adotada 12 meses antes da reunião geral da OIE, marcada para maio de 2021.

A próxima etapa dos trabalhos está programada para o período entre 18 e 22 de maio, quando será feita a coleta de amostras para inquérito sorológico. Ao todo, serão coletadas cerca de 22 mil amostras de bovinos e bubalinos em 330 propriedades.

O objetivo é comprovar a ausência de circulação viral de febre aftosa em território gaúcho.

O trabalho será realizado em propriedades indicadas pelo Ministério da Agricultura e é pré-requisito para formalizar o pedido de reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação junto à OIE, de acordo com o Fundesa.

A Instrução Normativa nº 36, que proíbe a manutenção, a comercialização e o uso de vacinas contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul, também é válida para Acre, Rondônia e alguns municípios e parte de municípios do Amazonas e do Mato Grosso. As novas áreas juntam- -se ao Paraná no projeto de ampliação de zonas livres de febre aftosa sem vacinação no País, depois de atendidas as premissas do plano nacional.

Fonte: Jornal do Comércio

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