Mogno africano: “ouro verde” pode garantir aposentadoria rural

Cultivo desta espécie nobre de madeira ganhou força nos últimos anos e atraiu investidores de peso e personalidades

por Viviane Taguchi

Atlântica Agropecuária

Em Pirapora (MG) está a floresta plantada dos empresários Ricardo Tavares e Edmundo Coutinho, onde eles cultivam mogno africano consorciado com banana prata e café. Em 15 anos, o lucro deles deve girar em torno de R$ 300 milhões

Ele já vendeu mais livros que Paulo Coelho, algo em torno de 11 milhões de unidades, e na maior parte do tempo, viaja mundo afora para levar suas teorias de autoajuda a diversos públicos, de várias idades. Mas é nos finais de semana que o escritor e médico psiquiatra Augusto Cury faz o que mais gosta, fica perto da natureza e longe dos holofotes. Cury sempre foi um homem ligado ao campo (ele nasceu em Colina, no interior de São Paulo) e, mesmo depois de amealhar uma fortuna como best seller, não esqueceu suas raízes, pelo contrário, investiu no campo. Mais precisamente emreflorestamento. Em Prata, na região do Triângulo Mineiro, ele mantém o maior cultivo individual de mogno africano (kaya ivorensis) do país, 500 hectares. “Precisamos entender que é possível desenvolver atividades agrícolas rentáveis e ao mesmo tempo, respeitar o meio ambiente”, diz ele.

Editora Globo

O escritor e psiquiatra Augusto Cury plantou 500 hectares de mogno africano em Prata (MG): "Respeitar o meio ambiente é fundamental para o futuro".

Cury é avesso a números e alega não saber, exatamente, quanto o investimento em mogno lhe dará de retorno financeiro (estas informações ficam sob a administração de sua esposa e do engenheiro agrônomo responsável pela floresta), mas sabe que o mercado de madeiras nobresestá em alta e a demanda é crescente. “Nós, produtores rurais temos que ter responsabilidade e um compromisso sério com a natureza”, diz.
Minas Gerais concentra as maiores florestas plantadas com mogno africano, mas a espécie pode ser encontrada no Pará, onde surgiram os primeiros plantios há 35 anos, Goiás, Paraná, Alagoas, Espírito Santo e em São Paulo. Em Pirapora (MG), os empresários Ricardo Tavares, antigo dono do café Três Corações e da Suco Mais, vendido para a Coca Cola, eEdmundo Coutinho, também cultivam quase a mesma área de Cury, 500 hectares. Eles, assim como o escritor, ainda não iniciaram os cortes da madeira, mas quando isso acontecer, por volta do 12º e 15º ano, terão uma renda de quase R$ 300 milhões, calculados nos preços atuais. “É uma aposentadoria rural”, afirma Tavares. “É um investimento de longo prazo, que pode ser consorciado com vários cultivos diferentes, e pela experiência que estamos vivendo, podemos afirmar que é uma espécie de custo muito mais baixo que as demais madeiras nobres”, diz.
(Na fazenda dos sócios, além do plantio, eles mantêm um viveiro de clones de mudas e consorciam o cultivo da árvore com café e banana prata, mas é possível consorciar o cultivo com cacau e açaí).
Tavares e Coutinho pesquisaram muito antes de investir na espécie, principalmente porque este ainda é um cultivo novo no país. O respaldo para o investimento veio de fontes seguras. Segundo a Organizações das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a demanda por madeira no mundo, que era de 1,6 bilhão de metros cúbicos em meados de 1990, passará a 3 bilhões de metros cúbicos em 2012 e a maior parte desta demanda será puxada por países em desenvolvimento. “No Brasil, onde a demanda por madeira é crescente, por conta da expansão do setor de construção civil, temos apenas 7% de florestas plantadas e vamos demandar 1.2 bilhão de metros cúbicos de madeira”, explica o professor da Fundação Getúlio Vargas, Mario Monzoni Neto. “Precisamos com urgência de florestas plantadas”, diz.

O “ouro-verde”

  arquivo pessoal

O pesquisador aposentado da Embrapa Orienta, Ítalo Claudio Falesi, posa ao lado da primeira árvore de mogno africano plantada no Brasil, em 1977. Hoje, ele é produtor de madeira e estuda as principais doenças da espécie (Foto: Arquivo Pessoal)

O mogno africano chegou ao Brasil pelas mãos do ministro da agricultura da Costa do Marfim em 1977. “Uma comitiva estava visitando a região amazônica e passou pela sede da Embrapa Oriental, em Belém do Pará (PA). O homem enfiou a mão no bolso de sua túnica colorida, tirou umas sementes e me deu. Ele disse que aquilo era puro ouro verde”, lembra o pesquisador Ítalo Cláudio Falesi. “Fui no quintal da Embrapa e plantei a árvore. Hoje, ela está gigante, com um diâmetro imenso, é a mais antiga árvore de mogno africano no país”, afirma.
Falesi se aposentou, mas não abandonou a árvore. Ele investiu em 125 hectares de mogno africano em uma propriedade particular e hoje, já tem sementes da espécie para vender (o quilo da semente custa em média R$ 2 mil), mas dedica principalmente em estudar doenças e pragas da cultura. São poucas, segundo ele. “Os principais problemas são asformigas cortadeiras, que causam um prejuízo tremendo, e a broca”, explica. “Mas se o produtor fizer um trabalho preventivo, principalmente com as formigas, o mogno africano terá um custo baixo para quem produz”. Falesi também afirma que a árvore é resistente a doença que divide o tronco ao meio, como ocorre na maioria das espécies nobres.
Estes custos, segundo o agrônomo Canrobert Tormin, de Goiânia, são surpreendentes. Segundo ele, que trabalha com mudas destas e de outras espécies nobres, um hectare plantado com mogno africano, após 10 anos, teria um custo de R$ 22,5 mil e, neste mesmo período, o retorno por hectare é de aproximadamente, de R$ 400 mil (veja tabela). “Cada árvore desta espécie produz em torno de 20 metros cúbicos de madeira serrada por hectare por ano e, ao longo de 15 anos, a receita do produtor pode superar os R$ 400 mil, desde que haja um acompanhamento severo durante o crescimento das árvores”, destaca.
O mercado de madeiras nobres no Brasil tem se mantido aquecido. De 2002 a 2007 houve um aumento de 83% no preço das madeiras e esta tendência está se mantendo, segundo o índice Cepea. Tavares, de Pirapora, segue este foco. Sua meta é produzir madeira para o mercado interno. “Claro que há boas chances de exportação, principalmente paramercados europeus e americanos, mas com o crescimento do mercado nacional, o produtor não precisa se preocupar com o mercado externo, pois ele tem boas oportunidades de vender esta madeira no mercado doméstico, com bons preços”, afirma. O mogno africano é destinado à fabricação de movelaria fina.

Ficha técnica do Mogno Africano (kaya ivorensis)

Solo e Clima:

A espécie se adapta a uma ampla faixa de variação de altitude, clima, distribuição de chuvas e fertilidade de solo.

Produtividade:

Produz 20m³/ha/ano de madeira serrada. Em plantios irrigados, estima-se um aumento de 50% na produtividade.

Estimativa de produção em solo de média a alta fertilidade, precipitação pluviométrica superior a 1500 mm/ano, plantio no espaçamento de 5X5m:

1º ano – 400 plantas por hectare
10º ano – 380 plantas por hectare (5% de mortalidade) – produção de 94m³/há (madeira serrada)
15º ano – 190 plantas por hectare – produção de 210 m³/há/ (madeira serrada)
Total: 380 plantas cortadas por hectare e a produção de 304 m³/há (madeira serrada)

Custo de 1 hectare de mogno africano de 1 a 12 anos:

1) Operações mecanizadas : R$ 2.264

2) Insumos: calcário, adubos, defensivos e mudas: R$ 7,818

3) Mão de obra:  R$ 1,182

4) Colheita: R$ 8.841,61

5) Assistência técnica e administração: R$ 2.035

Custo total: R$ 22,5 mil

Estimativas de retorno financeiro de 1 hectare de mogno africano em 12 anos

Receita Bruta: R$ 521,544,59

Receita Líquida: R$ 400.051,85

(Fonte: Mudas Nobres)

Fonte: Globo Rural

20 comentários sobre “Mogno africano: “ouro verde” pode garantir aposentadoria rural

  1. É muito importante que haja divulgação e também incentivos financeiros oficiais. É preciso mais planejamento gov ernamental e apoio à iniciativa privada. Nós temos área geográfica, solo adequado, tecnologia necessária e também mercado interno (existe também um amplo mercado internacional, com preços fabulosos, etc.). Por favor divulguem bastante este assunto. Essas oportunidades de investimento estão caindo de maduro. Sou adepto da “parceria florestal”, onde se junta: proprietário de terras, investidor e executor-administrador, e depois cria-se um mercado negocial para as florestas plantadas, sem envolver comércio de terras. Avante Brasil……

    1. Mogno Africano da espécie khaya ivorensis um verdadeiro caos de pragas,veja minha plantação de 14 anos, http://www.mognoonline.com.br , a mariposa chega + – aos 3,5 anos, tenho conhecimento que a plantação do Augusto Cury a paga já chegou.Mogno Africano o único sem praga é o senegalensis,mas tem que ser mudas de Matrizes com Fuste Reto e Grosso e sem Galhos ou Ramos,não pode ser mudas de sementes importadas,pois vem todas misturadas,sem uma boa genética,sementes de pés fino,somente eu que tenho estas matrizes a qui no Brasil.Veja a realidade.

  2. Entre em contato comigo tenho interesse em plantar. fone (067)91741431
    Campo Grande MS.

  3. Tenho interesse em planta-lo em Pernambuco, mas não estou encontrando locais que vendam mudas.Se puderem entrar em contato, agradeço.

    1. Bom dia, Sra. Luciana!

      encaminho-lhe o telefone da empresa em Goiânia -Go
      viveiro de Mudas Nobres 62 3296 2006

      Sucesso!

      1. boa tarde! estamos buscando investidores para este investimento, se interessar entre em contato (61) 82556306 – vinicius

  4. Os números apresentados na explanação acima, de 2012, levam em conta preços da madeira cerrada no mercado interno e plantadas no espaçamento 5 x 5, já, ambos, superados. Os plantios hoje estão sendo efetuados com o espaçamento 3 x 3,3, com 1.020 árvores/há, sem prejuízos significativos no desenvolvimento(diâmetro)do fuste das árvores, com aumento substancial da quantidade/m³/ha. Em países como a Austrália, o Mogno Africano, kaya senegalenses, alcança até 8.000 dólares americanos/m³. E observe-se que o Mogno Africano kaya ivorenses tem maior aceitação e demanda, por conta da cor castanho da sua mandeira, portanto, preço ainda melhor. Contudo, saliento, tratar-se de madeira cerrada e não toras. Agrega-se muito valor à madeira quando ela é bem colhida e processada.

  5. boa noite adorei as informação queria saber se ele registe ao frio pois sou do sul e aqui o frio vem com força, gostaria de mais informação sobre isso.
    att. eliseu

    1. boa tarde! estamos buscando investidores para este investimento, se interessar entre em contato (61) 82556306 – vinicius

  6. Boa tarde!!

    Meu interesse seria plantar então peço o amigo que me passe um contato e me explique mais um pouco dessa cultura,trato e manejo.

    Desde já o meu muito obrigado

    Jorge

  7. Plantei o mogno em copinho plástico e suas raízes rodearam o copo. Ao transferir para o saquinho plástico, terei problemas? As mudas estão com mais ou menos 45 dias.obrigada!

  8. TENHO INTERESSE EM PLANTAR EM 2 ALQUEIRES NO ESTADO DO PARANÁ

    REGIÃO QUENTE E +- FRIO.

    TERRA É MISTA.

    TEM PROBLEMA EM PLANTAR MOGNO AFRICANO (KAYA IVORENSIS) A TERRA SER MISTA.

    GOSTARIA DE RECEBER MAIS INFORMAÇÃO REFERENTE A ESTA CULTURA, ADUBAÇÃO POR ALQUEIRE E MANEJO.

  9. Sou angolana pretendo encontrar um parceiro para a produção de banana em grande escala para o mercado interno e externo.

    Aguardo noticias dos interessados.

  10. gostaria de mas informação sobre este plantio tenho uma propriedade em eldorado ms e gostaria de plantar o mogno em uma area 15 alqwueires esta area foi pasto e plantamos mandioca na ultima sagra o que devo fazer para plantar nesta area

  11. Nos sites, tudo muito bonito. Da a maior vontade de investir . mas na hora do pega pra capá, a história é outra.
    Plantei 44 hectares de teca no Tocantins. Na hora da contratação do pessoal “especializado” pro plantio, tudo era as mil maravilhas. Nos 3 primeiros anos foi tudo muito bom, arvores crescendo e o sonho da aposentadoria verde. Depois do terceiro ano as coisas começaram a dar problema. uma estiagem nunca vista antes, assolou o estado do tocantins, varias arvores racharam. A ignorancia do povo brasileiro, gera queimadas em todo o estado, tive que gastar muito pra contratar pessoal pra acabar com os focos de incendio. Claro que tinha um aceiro de 30 metros, mas pra quem conhece fogo com vento, e vegetação toda seca, sabe que o fogo passa.
    Depois vieram as chuvas. achei que iria melhorar, mas as arvores rachadas sucumbiram.fui levando o plantio, com trabalhador fixo na fazenda pra controlar cupins principalmente. doce ilusão, apesar de sempre deixar o veneno e pagar o salário direitinho, o cara deixou cupinzeiros tomar conta do pedaço. resultado: com 6 anos, fui fazer o desbaste, mas grande parte das arvores estavam furadas de baixo até em cima. provavelmente pelos cupins. as arvores que nao estavam furadas, nao valiam nada.ninguem quer arvore fina de desbaste, apesar de voçe ler na internet que elas ja valem um bom dinheiro.
    comecei a procurar compradores de teca como se eleas ja tivessem diametro bom, mas só encontrei atravessadores, interessados em exportar minhas toras, e me pagar depois de receber do comprador.
    Com as arvores com 8 anos, finalmente cai na real. o negocio nao ia dar certo. prejuizo grande. felizmente a proprie dade que comprei tnha tido uma valorização de 1200 %. entao pagou os prejuizos e ainda sobrou dinheiro.
    escrevi tudo isso pra que outros nao caiam no conto do vigario. nao existe essas contas de gastar apenas 22 mil reais por hectare durante 15 anos. só pra ter alguem na propriedade, registrado, com pagamento de inss e outros esses pro governo, vc ja fica com esse gasto por ano só com um trabalhador.

  12. É, no papel tudo lindo, maravilhoso… mas na hora H… só problemas e prejuízo…
    Entrei nessa ideia já com algumas ressalvas, mas fiz tudo como indicado pelos técnicos e especialistas, preparei o solo, plantei, fiz todos os protocolos de cultivo, mas… as coisas não são tão belas assim…. primeiro, as árvores não se desenvolveram por igual, umas soltaram galhos, outras não cresceram…. problema com as mudas? não!! comprei de um produtor com matrizes ótimas!!! Na maioria das mudas os galhos foram aparecendo, deformando do tronco… ou eu deixava ela encher de galhos ou teria que podar… uma a uma…. estragando a madeira…nesse caso o senegalenses…. para não ter erro…. plantei metade do Yvorenses…. cresceu melhor… mais reto…. sem galhos…MAS…. com uns 3,5 metros de altura apareceram a praga do caule… como se fosse umas verrugas… nem sei o que faço mais…. tudo que se compra pra isso é carríssímo… e a melhor verdade de todas…
    NÃO EXISTE COMÉRCIO PARA MADEIRA FINA…. ONDE PROPAGAM QUE A PRIMEIRA RENDA VEM COM 8 ANOS…..MENTIRA…. NINGUÉM COMPRA…. FALAM QUE SERVE PARA PUXADORES DE MÓVEIS…. ETC…. MENTIRA….. VOCÊ PODE USAR PARA FABRICAR ALGO PARTICULAR… VENDA… ESQUECE…..
    Depois disso, comecei a pesquisar a venda… simulando que eu já tivesse a madeira pronta com 20 anos….SÓ APARECEU PICARETA…. QUERENDO VER A PLANTAÇÃO PARA PRECIFICAR… DIZENDO QUE TEM CONTATO COM PESSOAS DA EUROPA QUE COMPRAM… MAS SÓ PAGAM DEPOIS DE RECEBEREM…. LERO LERO PURO…..
    UM CONSELHO…. SE VC NÃO FOR RICO COMO OS PERSONAGENS DAS MATÉRIAS ACIMA…. E DEPENDER DA TERRA PARA SUSTENTO… CAIA FORA…. NÃO ENTRE NESSA…. FURADA PURA…..
    Plantei 5000 mudas…. já gastei mais de R$ 200.000,00 reais em 10 anos…. se eu encontrar metade disso na plantação…LEVA NA HORA!!!
    NÃO SE COMPROMETAM COM O QUE NÃO SABEM…. NÃO CAIAM NA CONVERSA DE “ESPECIALISTAS”… PORQUE DEPOIS VC FICA COMO EU…. SE LARGAR PRA LÁ…. AMARGO O PREJUÍZO…. SE CONTINUAR CUIDANDO…. AUMENTA AINDA MAIS….
    NÃO SEI O QUE FAZER!!!!
    CONSELHO…. SE NÃO SABEM COMO FUNCIONA…. NÃO ENTREM….!!!

    1. Muito obrigado pelo comentário sincero e real de quem vive no campo.

      No Brasil é difícil trabalhar e ganhar dinheiro com honestidade.
      simples assim.

  13. Sou citadino, mas curioso e apaixonado pelas lides rurais. Leio com atenção muita coisa que se escreve sobre sobre plantio e colheita de espécies vegetais e acho a ideia de reflorestar maravilhosa. Nunca me iludi com resultados imediatos. Reflorestamento – mormente com espécies nobres, como o mogno brasileiro – implica olhar para um futuro distante. Li os comentários publicados de empreendedores que não obtiveram bons resultados. Da mesma forma, já li vários testemunhos de pessoas entusiasmadas com o plantio do mogno brasileiro (segundo especialistas, o mais caro e mais trabalhoso). Sou marceneiro e considero p possuidor de uma floresta de mogno um felizardo. Se eu pudesse aconselhar um produtor de madeira nobre diria o seguinte: corte a madeira, deixe-a secar, instale uma serra de fita grande, corte as tábuas ou tarugos, armazene-os e venda-os. Pela própria lógica, quem quiser comprar árvores em pé será, na maior parte, um espertalhão, sim. Agora, fazendo comparação com a criação de filhos, vejo que a pessoa cuida, educa, sofre, gasta dinheiro e pode acontecer de ter um filho doente e fraco. Filho de prostituta, nem sempre. Digo-o porque mognos baldios (em Brasília tem muitos) aparentemente nunca tem problema.

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