Modelos gaúchos de gestão judiciária integrarão guia nacional

Dois exemplos de gestão judiciária do Rio Grande do Sul integrarão guia das melhores práticas na administração judiciária, que será lançado no III Encontro Nacional de Juízes Estaduais (Enaje). A publicação trará os modelos das Comarcas de Casca e de Santa Maria (confira abaixo), além de 32 exemplos de outros Estados. O evento acontecerá de 5 a 7/9, em São Luiz, Maranhão.

Os modelos gaúchos, selecionados pelo Tribunal de Justiça, foram apresentados à comissão científica do III Enaje, composta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Escola Nacional da Magistratura (ENM), Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Colégio de Presidentes de Tribunais.

A amostra aconteceu durante o Seminário Analítico das Melhores Práticas na Administração Judiciária. A promoção da AMB aconteceu de 9 a 10/7, em Brasília. Estavam presentes o Presidente do TJRS, Desembargador Marco Antônio Barbosa Leal, e o Juiz-Assessor da Presidência, Eduardo Uhlein.

Casca

O Modelo de Gestão Compartilhada da Comarca online prescriptions de Casca iniciou-se em 2004, após a sua adesão ao Plano de Gestão pela Qualidade do Judiciário (PGQJ). A prática foi apresentada pelo Juiz José Luiz Leal Vieira.

Segundo o magistrado, foram estabelecidos objetivos estratégicos, com metas de médio e longo prazo. Dessa forma, a Comarca tornou-se referência no Estado pela celeridade da prestação jurisdicional, por um atendimento diferenciado, espírito de equipe e trabalho social junto à comunidade.

Santa Maria

O Plano de Gestão da Comarca de Santa Maria começou em 2002 e foi desencadeado oficialmente em 2005. Tratam-se de diversas ações voltadas à qualidade cialis 10mg price de vida no trabalho, qualificação das atividades cartorárias e do atendimento aos jurisdicionados. A apresentação foi feita pelos Juízes Eliane Garcia Nogueira e Vanderlei Deolindo.

A iniciativa também melhorou a comunicação interna e externa com a criação de um núcleo de comunicações e eventos. No contexto insere-se, também, um programa de Justiça Terapêutica e um grupo de melhoria e padronização dentro do Foro.

Há, ainda, programa voltado aos estagiários. Para manter a motivação, estabeleceu-se uma espécie de carreira para os estudantes na Comarca. Eles começam com determinadas atividades e vão progredindo nas funções, tendo a possibilidade de trabalharem no gabinete do magistrado.

Fonte: TJ-RS

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