MILHOAGRICULTURAMAIS MILHO – ABERTURA DE MERCADO – Preço do milho em Campinas (SP) atinge R$ 42 por saca

Fonte:Pedro Morais/Campos Novos (SC)

Confira as principais notícias sobre dólar, mercado agrícola e previsão do tempo para começar o dia bem informado

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços em baixa na sexta-feira. O mercado realizou lucros frente aos ganhos acumulados na semana,quando chegou a alcançar a máxima desde agosto em meio à boa demanda para o cereal norte-americano e as preocupações com a estiagem na América do Sul, especialmente na Argentina.

O movimento também acompanhou a acentuada queda nas cotações do trigo. Na semana, a posição maio subiu 2,87%.

Brasil
O mercado brasileiro de milho teve uma sexta-feira de preços mais altos. Os produtores locais seguem retendo os estoques de passagem e também os lotes da safra de verão, que ainda estão fora de padrão. Quando existe necessidade de fazer caixa, a opção é a soja, cuja janela de preços está ainda mais favorável (dólar e Chicago).

Enquanto isso, intermediários e silos giram pouco e não realizam negócios descasados. De maneira geral, compradores estão retraídos. Os que possuem bom nível de estoques saem do mercado, mas os que possuem necessidade curta acabam cedendo as pedidas altistas.

O destaque ficou para o preço do grão em Campinas (SP) que atingiu R$ 42, segundo a consultoria Safras & Mercado.

Milho na Bolsa de Chicago (CBOT) – US$ por bushel

  • Maio/2018: 3,85 (-1,00 cents)

  • Julho/2018: 3,92 (-1,00 cents)

Milho no mercado físico – R$/saca de 60 kg

  • Rio Grande do Sul: 34,00

  • Paraná: 35,00

  • Campinas (SP): 42,00

  • Mato Grosso: 27,00

  • Porto de Santos (SP): 34,50

  • Porto de Paranaguá (PR): 36,00

  • São Francisco do Sul (SC): 34,50

Fonte: Safras & Mercado e XP Investimentos

Soja

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços predominantemente mais altos. O clima seco na Argentina, prejudicando as lavouras, e a demanda pela soja americana ajudaram a sustentar o mercado.
A sexta foi de muita volatilidade, com boa parte dos negociadores buscando corrigir tecnicamente e realizar lucros. Por isso, os preços fecharam longe das máximas do dia. Na semana, o resultado foi positivo, com a posição de maio subindo 2,24%.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou novas vendas por parte dos exportadores privados. Foram 198 mil toneladas para a China e 121 mil para destinos não revelados. Além disso, 20 mil toneladas de óleo foram reportadas para destinos desconhecidos.
Brasil
O mercado interno da oleaginosa encerrou a primeira semana do mês de março com menor volume de negócios nas principais praças do país. A sessão foi marcada pela volatilidade em Chicago, com agentes buscando consolidar um movimento de correções técnicas e realizar lucros. Entretanto, encerrou pela quarta vez seguida no campo positivo e os preços voltaram a subir no mercado interno.
Segundo rumores do mercado, aproximadamente 30 mil toneladas foram negociadas em Mato Grosso, somando cerca de 200 mil toneladas ao longo da semana. Boa parte dos produtores seguem cautelosos e aguardam melhores condições para negociar, focando na colheita da oleaginosa, que já atinge 30,8% da área plantada, segundo a consultoria Safras & Mercado.

Soja na Bolsa de Chicago (CBOT) – US$ por bushel

  • Março/2018: 10,71 (+2,75 cents)

  • Maio/2018: 10,79 (+2,75 cents)

Soja no mercado físico – R$/saca de 60 kg

  • Passo Fundo (RS): 74,50

  • Cascavel (PR): 72,00

  • Rondonópolis (MT): 67,50

  • Dourados (MS): 68,00

  • Porto de Paranaguá (PR): 80,00

  • Porto de Rio Grande (RS): 79,00

  • Santos (SP): 79,00

  • São Francisco do Sul (SC): 79,00

Fonte: Safras & Mercado

Café

Nova York
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da sexta-feira com preços mais baixos. A sessão foi volátil e o mercado acabou no terreno negativo diante de acomodação técnica após duas sessões de ganhos.
À espera de notícias, quando o mercado continua com dificuldades de romper resistências. E quando cai se mantém acima da linha de US$ 1,20 a libra-peso. No balanço da semana, o contrato maio acumulou uma valorização de 1%.

Londres
A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres para o café robusta encerrou as operações da sexta-feira com preços mais baixos. As cotações caíram no dia diante de fatores técnicos e acompanhando a queda do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US).
O mercado teve um movimento de realização de lucros após os ganhos acentuados da sessão anterior. No balanço da semana, o robusta em Londres teve estabilidade no contrato maio.
Brasil
No mercado brasileiro de café, a sexta-feira foi de preços fracos, diante das perdas do arábica em Nova York, especialmente. O dia foi de movimentação discreta, com os compradores cautelosos e buscando mais cafés de média e mais baixa qualidade.

Milho na Bolsa de Chicago (CBOT) – US$ por bushel

  • Maio/2018: 3,85 (-1,00 cents)

  • Julho/2018: 3,92 (-1,00 cents)

Milho no mercado físico – R$/saca de 60 kg

  • Rio Grande do Sul: 34,00

  • Paraná: 35,00

  • Campinas (SP): 42,00

  • Mato Grosso: 27,00

  • Porto de Santos (SP): 34,50

  • Porto de Paranaguá (PR): 36,00

  • São Francisco do Sul (SC): 34,50

Fonte: Safras & Mercado e XP Investimentos

Soja

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços predominantemente mais altos. O clima seco na Argentina, prejudicando as lavouras, e a demanda pela soja americana ajudaram a sustentar o mercado.
A sexta foi de muita volatilidade, com boa parte dos negociadores buscando corrigir tecnicamente e realizar lucros. Por isso, os preços fecharam longe das máximas do dia. Na semana, o resultado foi positivo, com a posição de maio subindo 2,24%.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou novas vendas por parte dos exportadores privados. Foram 198 mil toneladas para a China e 121 mil para destinos não revelados. Além disso, 20 mil toneladas de óleo foram reportadas para destinos desconhecidos.
Brasil
O mercado interno da oleaginosa encerrou a primeira semana do mês de março com menor volume de negócios nas principais praças do país. A sessão foi marcada pela volatilidade em Chicago, com agentes buscando consolidar um movimento de correções técnicas e realizar lucros. Entretanto, encerrou pela quarta vez seguida no campo positivo e os preços voltaram a subir no mercado interno.
Segundo rumores do mercado, aproximadamente 30 mil toneladas foram negociadas em Mato Grosso, somando cerca de 200 mil toneladas ao longo da semana. Boa parte dos produtores seguem cautelosos e aguardam melhores condições para negociar, focando na colheita da oleaginosa, que já atinge 30,8% da área plantada, segundo a consultoria Safras & Mercado.

Soja na Bolsa de Chicago (CBOT) – US$ por bushel

  • Março/2018: 10,71 (+2,75 cents)

  • Maio/2018: 10,79 (+2,75 cents)

Soja no mercado físico – R$/saca de 60 kg

  • Passo Fundo (RS): 74,50

  • Cascavel (PR): 72,00

  • Rondonópolis (MT): 67,50

  • Dourados (MS): 68,00

  • Porto de Paranaguá (PR): 80,00

  • Porto de Rio Grande (RS): 79,00

  • Santos (SP): 79,00

  • São Francisco do Sul (SC): 79,00

Fonte: Safras & Mercado

Café

Nova York
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da sexta-feira com preços mais baixos. A sessão foi volátil e o mercado acabou no terreno negativo diante de acomodação técnica após duas sessões de ganhos.
À espera de notícias, quando o mercado continua com dificuldades de romper resistências. E quando cai se mantém acima da linha de US$ 1,20 a libra-peso. No balanço da semana, o contrato maio acumulou uma valorização de 1%.

Londres
A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres para o café robusta encerrou as operações da sexta-feira com preços mais baixos. As cotações caíram no dia diante de fatores técnicos e acompanhando a queda do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US).
O mercado teve um movimento de realização de lucros após os ganhos acentuados da sessão anterior. No balanço da semana, o robusta em Londres teve estabilidade no contrato maio.
Brasil
No mercado brasileiro de café, a sexta-feira foi de preços fracos, diante das perdas do arábica em Nova York, especialmente. O dia foi de movimentação discreta, com os compradores cautelosos e buscando mais cafés de média e mais baixa qualidade.

Café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) – em cents por libra-peso

  • Maio/2018: 122,20 (+1,75 pontos)

  • Julho/2018: 124,40 (+1,60 pontos)

Café robusta na Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (Liffe) – em US$ por tonelada

  • Maio/2018: 1.751 (-US$ 17)

  • Julho/2018: 1.788 (-US$ 16)

Café no mercado físico – R$ por saca de 60 kg

  • Arábica/bebida boa – Sul de MG: 430-435

  • Arábica/bebida boa – Cerrado de MG: 435-445

  • Arábica/rio tipo 7 – Zona da Mata de MG: 395-400

  • Conilon/tipo 7 – Vitória (ES): 310-315

Fonte: Safras & Mercado

Dólar e Ibovespa

O dólar comercial fechou a sexta-feira em queda de 0,15%, cotado a R$ 3,249 para compra e a R$ 3,251 para venda.
O Ibovespa encerrou em alta de 0,45%, aos 85.761 pontos. O volume negociado foi de R$ 10,596 bilhões.

Boi

O mercado físico do boi gordo encerrou a sexta-feira apresentando inexpressiva fluidez dos negócios e preços estáveis. Normalmente, com a capitalização da população no início do mês, os frigoríficos estariam se preparando para a melhora sazonal das vendas, o que permitiria fôlego para o mercado do boi gordo. Mas o mercado, por enquanto, segue travado.
Este entrave acontece porque as indústrias não precisam intensificar a busca por matéria prima e em resposta, o pecuarista prefere reter o gado, já que há capacidade de suporte dos pastos.
Em curto prazo a aposta de melhora do consumo no início do mês pode dar sustentação ao preço do boi gordo, entretanto analisando um horizonte maior, março é um mês em que, tipicamente, há maior desova de fêmeas e este aumento de oferta pode pressionar as referências. Portanto, a estratégia de retenção deve ser bem avaliada.

 

Boi gordo no mercado físico – R$ por arroba
(preço à vista)

  • Araçatuba (SP): 145,00

  • Belo Horizonte (MG): 138,00

  • Goiânia (GO): 134,00

  • Dourados (MS): 134,00

  • Mato Grosso: 128,00 – 132,00

  • Marabá (PA): 130,00

  • Rio Grande do Sul (oeste): 4,85 (kg)

  • Paraná (noroeste): 141,00

  • Tocantins (norte): 128,00

Fonte: Scot Consultoria

Previsão do tempo

Sul

Os ventos em altitude favorecem pancadas de chuva isoladas entre o leste e norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ao longo dessa segunda-feira. No fim da noite uma frente fria que passa bastante afastada na costa do Rio Grande do Sul favorece chuvas isoladas nas áreas de fronteira com Uruguai. A temperatura segue elevada principalmente entre áreas do centro e fronteira oeste gaúcha.

Sudeste

Nesta segunda-feira o mesmo sistema de baixa pressão atmosférica que provocou chuva forte entre o litoral norte de São Paulo e Rio de Janeiro avança pela costa do Sudeste e agora favorece as pancadas de chuva mais expressivas entre o Espírito Santo, leste e norte de Minas Gerais e norte do Rio de Janeiro.
Em São Paulo as chuvas perdem força e passam a ocorrer em forma de pancada rápida no fim da tarde. Em todo o Sudeste, como é típico do verão, as pancadas de chuva vem acompanhadas de muitas descargas elétricas. A temperatura segue elevada na região, principalmente nas áreas de divisa com o Mato Grosso do Sul.

Centro-Oeste

A semana começa com chuva forte a partir da tarde, com possibilidade para queda de granizo, entre áreas de Goiás e Mato Grosso do Sul. Além disso, o dia será nublado e com chuva a qualquer hora entre Goiânia e Brasília. Nas demais áreas do centro-oeste as chuvas ocorrem em forma de pancada isolada. O calor predomina sobre o Centro-Oeste e, mesmo em áreas onde a máxima não sobe tanto, a sensação será de tempo abafado por causa da umidade do ar alta.

Nordeste

A semana começa marcada por instabilidades na região Nordeste do país. A chuva favorecida pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) ocorre com maiores acumulados nesta segunda-feira entre o Maranhão, Piauí e Ceará. Chove forte também ao sul da Bahia por causa de uma área de baixa pressão atmosférica na altura do Espírito Santo.
Já nas demais áreas da Bahia, o tempo fica mais aberto ao longo do dia. O calor continua em toda a região.

Norte

No Norte, as instabilidades tropicais, comuns nessa época do ano, mantém as nuvens carregadas e com isso, as pancadas de chuva ocorrem a qualquer hora do dia e em grande parte da região Norte. Os maiores volumes acumulados se concentram na faixa sul do Pará e no Tocantins nesta segunda-feira. As temperaturas seguem elevadas por toda a região ao longo desta semana e, com a umidade do ar alta, a sensação térmica é ainda maior. 

Somar Meteorologia

Fonte: Canal Rural

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