Luz no fim do túnel

O dobro da quantidade de óleo da soja. Possibilidade de mecanização. Rusticidade. Cultivo no verão, menos suscetível a granizo e chuva. Só por essas características, o chamado tabaco energético já seria uma boa alternativa ao fumo tradicional lavoura cercada por todos os lados pela pressão antitabagista mundial e por acordos internacionais de redução ao consumo de tabaco assinados pelo Brasil. Mas o tabaco energético ainda tem outras vantagens: não concorre com o mercado de alimentação e, principalmente, não fará mal à saúde da população. Muito se fala em substituir o plantio de fumo por outras culturas na pequena propriedade. Mas, na prática, pouco tem sido feito por governos e pesquisadores para oferecer aos agricultores familiares uma alternativa tão rentável quanto a fumicultura. O tabaco energético pode vir a ser a alternativa aguardada há décadas pelos produtores.

Fonte: Zero Hora | OLHAR DO CAMPO | Irineu Guarnier Filho

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