INDÚSTRIAS AVÍCOLAS TERÃO ACESSO A INDICADORES

Até o final deste ano, as indústrias avícolas terão acesso a indicadores que facilitem a manutenção da sua competitividade. Com os dados, será possível a realização de análises de posicionamento no mercado, da viabilidade de investimentos e da necessidade de políticas de fomento. Esses indicadores deverão ser atualizados anualmente e terão como ponto de partida um estudo sobre o poder de fogo da avicultura brasileira, apresentado há dois anos. A análise entregue ao governo federal indicou que, por inércia ou omissão em negociações internacionais e na solução de gargalos no país, o setor deixou de criar 100 mil empregos e de gerar 200 milhões de dólares em receitas entre os anos de 2006 e 2012.

De acordo com o vice-presidente da Divisão de Aves da ABPA, Ricardo Santin, desde então ocorreram avanços como a Lei dos Caminhoneiros, contudo, insuficientes. Será preciso mais para que a carne de frango brasileira, presente em 155 países, chegue a 180 nos próximos 20 anos. ‘Estamos trabalhando proativamente na sustentabilidade de mercados, integração, mas queremos que nos deixem trabalhar.’

O objetivo da ABPA é atender cada vez mais mercados importantes para não ficar refém de nenhum, como já ocorreu no passado recente com a suinocultura, chama a atenção o vice-presidente da Divisão de Suínos da ABPA, Rui Vargas. Para isso, a meta das indústrias suinícolas é pular de 66 países para 80 em igual período.

Fonte: Correio do Povo

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