Gisele Loeblein: contrato para uso de área no parque Assis Brasil será assinado nesta quinta

Contrato do Simers com o governo estadual faz parte do projeto de revitalização do parque em Esteio

25/06/2014 | 22h17

Há ainda uma reunião com a Contadoria e Auditoria-Geral (Cage) do Estado, mas a assinatura do novo contrato do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Estado (Simers) para uso da área no parque da Expointer já tem hora marcada. Será nesta quinta-feira, às 16h30min, no Assis Brasil, em Esteio.

Com a caneta no papel se colocará um ponto final na espera que se arrasta desde o início do ano. As tratativas para fechar o modelo de permissão de uso para a entidade foram bem mais longas do que as do contrato com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos, formalizado em 29 de janeiro.

Ainda nesta quarta-feira, o Simers avaliou e deu sinal verde para a minuta que será entregue à Cage. Os novos contratos fazem parte do projeto de revitalização do parque.

– Depois de assinar, nossos investimentos devem ser coisa de longo prazo – diz Claudio Bier, presidente do Simers.

No documento consolidado, uma das principais mudanças é justamente o prazo para ficar na área onde já hoje realiza suas atividades – no espaço chamado núcleo de mecanização e tecnologia. Em vez de renovar anualmente a permissão, o Simers poderá usar o espaço por um período maior: 25 anos.

Na prática, isso dará segurança para que a entidade e seus associados possam fazer investimentos a longo prazo, melhorando a estrutura onde ficam as empresas do setor que é o principal puxador de vendas da feira: o da indústria de máquinas.

Do valor a ser pago – R$ 42 por metro quadrado–, o Simers poderá descontar 15% para fazer investimentos e manutenção.

O dique definitivo a ser construído para evitar alagamentos como o do ano passado, que deixou boa parte da área de máquinas debaixo d’água, não deve mais ficar sob responsabilidade do Simers, como se previa inicialmente.

Para essa feira, que se inicia em 30 de agosto, a pressa é em garantir que a estrutura de contenção emergencial fique pronta a tempo da abertura dos portões. Melhor mesmo se preparar, porque Expointer sem chuva não é Expointer.

Fonte: Zero Hora

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