Extensão Produtiva para o desenvolvimento

São mais de 1,2 mil empresas atendidas pelo Projeto Extensão Produtiva e Inovação, do governo do Estado, somando 20 mil empregos e R$ 2,5 bilhões de faturamento em 15 regiões. Aprimoramos a metodologia pioneira em extensionismo empresarial para, além de capacitações básicas, fortalecer a inovação, a expansão e a eficiência de indústrias e agroindústrias gaúchas. Mas por que uma política pública de desenvolvimento focada em qualificação das indústrias? Quais os ganhos para a sociedade nesse atendimento com extensionistas dedicados à eficiência e inovação das empresas e à sua aproximação com universidades, laboratórios, centros de pesquisa, tecnologias e bancos de desenvolvimento, além de outras políticas públicas?
A atração de um novo investimento ou fomento aos existentes tem a força de simbolizar um avanço para a economia. Mas essa é apenas uma etapa para a geração de emprego e renda. Persiste o desafio de sustentar o empreendimento e multiplicar seus efeitos positivos para sociedade.
O aumento da eficiência e a inovação na produção são imperativos não só para a vida das empresas, mas também para o bem da sociedade. Sem eficiência, perde-se competitividade e, com ela, vendas, faturamento e geração de renda. Eficiência está relacionada a redução de custos, menor impacto na natureza e redução do tempo de trabalho para um mesmo produto.
O Brasil conseguiu reduzir drasticamente o desemprego. Agora, precisa avançar em melhores empregos – mais produtivos, com maiores salários e mais renda. As empresas precisam também desenvolver a cultura de permanente busca a novas tecnologias, seja internamente, seja junto a universidades, laboratórios e centros tecnológicos.
No fim deste ano, o projeto atenderá a todas as regiões gaúchas e chegará a 2 mil empresas. Mas mais do que expressivos números, desenvolvimento é qualidade de vida, que se alcança também por meio da eficiência da produção e da sustentabilidade das empresas.
Diretor de Produção e Inovação da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento/AGDI

Fonte: Jornal do Comércio | Sério Kapron

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