EXPOINTER – Da praça ao restaurante

– Passar fome, não se passa – sentencia o subsecretário do parque, José Arthur Martins.

E, de fato, as opções de alimentação são inúmeras. Em toda a extensão do parque, há diversas praças de alimentação que oferecem lanches típicos e sobremesas – algumas incomuns, como o sorvete na chapa, especialidade tailandesa feita sobre uma mesa a 30ºC negativos na Cia do Lanche, cujo ambiente de lanchonete acomoda 1,2 mil pessoas sentadas.

O restaurante do cavalo crioulo também aposta no volume, e sem perder o requinte: são mil lugares em ambiente de madeira, jardins decorados e lounge. O detalhe inusitado é estar ao lado das baias dos cavalos, o que permite uma imersão no universo da raça.

– Aqui, nosso público é muito de estancieiros, criadores. O que querem mesmo é se sentir à vontade, como se estivessem no campo – avalia Jorge Aita, que comanda a operação.

E, independentemente de ter provado um entrecot harmonizado com vinho tinto, ou o clássico xis salada com cerveja, a banca do Rei da Cocada Baiana promete não decepcionar quem caminhar até a área das tradicionais esferas coloridas. Com dois tachos para produzir na hora as 30 variedades de cocada que oferece, Vilson Antonio Michquinis é um dos clássicos da Expointer.

– Faço cocadas há 33 anos, e há 31 venho para a feira em Esteio, sempre aqui nesse mesmo ponto – conta, orgulhoso, enquanto tenta mais um cliente com a oferta de três cocadas por R$ 10.

Fonte : Zero Hora

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