Especialistas debatem impactos negativos do comércio ilegal no agro

Brasília (04/03/2020) – O comércio ilegal no agro traz prejuízos para as empresas que trabalham com produtos legítimos, para o consumidor, pois ele provavelmente vai usar um produto sem a mesma eficiência e pode ter riscos à saúde, e para os governos, que perdem receita tributária.

Esta avaliação é do coordenador de Tecnologia da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Reginaldo Minaré. Ele será moderador de um dos painéis do Agro em Questão, que acontece na quarta (4), em Brasília, para debater os impactos negativos e as ameaças do comércio ilegal no agro.

A abertura do evento terá a presença do presidente da CNA, João Martins, e do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Em seguida, representantes do governo e do setor privado debatem propostas para combater o comércio ilícito e apresentam os impactos em cadeias produtivas como tabaco e insumos, além da atuação do governo.

“Será uma oportunidade para debater os impactos negativos do comércio ilegal na agricultura e no agronegócio como um todo, bem como para conhecer ações direcionadas à prevenção e repressão a essa prática. É uma forma de trabalhar a conscientização e alertar para o problema”, ressalta Minaré.

Segundo ele, praticamente todos os produtos, independente do segmento, são passíveis de falsificação, adulteração ou contrabando. No caso do agro, medicamentos veterinários, fertilizantes e produtos fitossanitários estão entre os mais impactados pelo comércio ilícito. “Quando falamos de comércio ilegal, há um amplo universo”.

Na avaliação de Minaré, o combate a esta prática deve contemplar ações de repressão e prevenção, com a atuação conjunta de instituições como Polícia Federal, Exército, Receita Federal, governos estaduais e organismos internacionais de combate ao crime.

O Agro em Questão será dividido em dois painéis. No primeiro, serão abordadas ações para conter o comércio ilegal com a participação de representantes dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Agricultura, além do Estado-Maior do Exército.

Em seguida, será discutido o impacto no setor produtivo com representantes do setor privado e também haverá uma apresentação de um caso de fraudes em insumos.

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Fonte : CNA

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