ESPECIAL FENASUL | Rio Grande do Sul prioriza a quantidade

A produção de leite no Estado está mais focada na quantidade do que na qualidade.
De acordo com o secretário executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, cerca de 10% do leite produzido no Estado, cerca de 400 milhões de litros – considerando o volume de 2012, de 4,2 bilhões de litros, conforme dados da entidade,– foi remunerado por algum critério de qualidade pela indústria (normas sanitárias e quantidade de sólidos, por exemplo).
A explicação, segundo Palharini, está na característica industrial gaúcha, dominada pela produção de leite longa vida:
– Para essa produto, a indústria precisa de volume. O teor de gordura do leite não importa muito. Importa para outros produtos lácteos.

Fonte: Zero Hora

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