DÍVIDAS DO AGRONEGÓCIO: FAÇA O SEU GERENCIAMENTO ESTRATÉGICO

Nosso escritório atua há mais de 20 anos na área do direito do agronegócio, especialmente em questões ligadas ao crédito rural. Neste período, vivenciamos a implantação dos planos econômicos, mudanças de moeda e desestruturação do que havia de política agrícola. Assessoramos entidades de classe nas mais diversas ocasiões, participamos e ajudamos a escrever o relatório da CPMI do Endividamento Agrícola, em 1993. Estivemos na linha de frente dos principais embates jurídicos na área do crédito; diferencial de planos econômicos (em especial Plano Collor); limitação de juros no crédito agrícola em 12% ao ano; redução de taxas de inadimplência a 1% ao ano; revisão das cédulas desde o início das operações, etc, teses estas pacificadas na jurisprudência brasileira. Após, acompanhamos por todo o Brasil, contratados pela Confederação Nacional da Agricultura – CNA, as dificuldades criadas comprar rimonabant pela transferência dos créditos agrícolas dos bancos federais para a União. Em paralelo, a agricultura cresceu, atingiu patamares de maior produtor mundial em muitas áreas, havendo uma qualificação do setor em termos produtivos. Entretanto, a falta de política agrícola definida e a incidência de estratégias governamentais equivocadas, como em relação ao câmbio e problemas climáticos severos, resultaram em bolsões de endividamento que não podem mais ser prorrogados, sob pena da perda de tudo o que foi construído. Para tanto, há a necessidade de um Gerenciamento Estratégico das Dívidas Agrícolas.

GERENCIAMENTO ESTRATÉGICO DAS DÍVIDAS AGRÍCOLAS

Na nova safra que se avizinha, a agricultura vai colher ao redor de 135 milhões de toneladas de grãos, significando um faturamento acima de R$145 bilhões, este volume se multiplicará, não só pela agregação de valor aos produtos primários, como pela irrigação da economia com a comercialização dos mesmos.

Este dinheiro, entretanto, não chegará ao bolso do produtor, diante do comprometimento de mais de uma safra com o endividamento junto basicamente a fornecedores, bancos e tradings. E o pior resulta em, cada vez mais, descapitalização, significando mais dificuldades para o plantio da próxima safra em condições mínimas.

Para isto, é importante que o produtor tenha um gerenciamento, um planejamento estratégico sobre este volume de comprometimento, tendo que atacar o problema em várias frentes, tais como: um levantamento dos números efetivamente devidos, com um diagnóstico dos mesmos, considerando as várias origens dos recursos; estabelecer enquadramento em normas de alongamento existentes, e de redução de custo do dinheiro; verificar estratégias administrativas ou judiciais de redução de valores e de alongamento do prazo para pagamento.

A partir daí, elaborar estudo econômico financeiro da atividade, com vistas ao atendimento de prioridades, sem comprometer a viabilidade e estruturar planejamento tributário, societário e sucessório como forma de reduzir custos, proteger patrimônio e estabelecer metas futuras. Não há como prosseguir jogando o problema de uma safra para outra e aumentando o nível de comprometimento, sem qualquer estratégia futura de solução.

Além das questões acima, deve ser também agregado um planejamento estratégico, em relação a produção, avaliação das culturas a serem desenvolvidas, custos de produção, redução de despesas, novas tecnologias, formas de exploração, parcerias, busca de alternativas de aquisição de insumos e comercialização da safra, etc.

Estas ações proativas significam uma mudança de paradigma que o produtor precisa adotar, sem o que a atividade fica absolutamente comprometida.

NESTE SENTIDO, O QUE PODEMOS FAZER?

Estamos habilitados e estruturados com equipe multidisciplinar para desenvolver este diagnóstico. Contamos com técnicos da área de auditoria contábil/tributária, o que nos permite desenvolver um diagnóstico em breve tempo e recomendar os caminhos e estratégias a serem seguidas, visando proteger a atividade e o patrimônio agrícola. Para isto, entre em contato com nosso escritório através do telefone (51) 3346 3855, do e-mail alfonsin@alfonsin.com.br buy phentermine without prescription  ou pela nossa página na internet www.alfonsin.com.br

Fonte: Escritório Ricardo Alfonsin Advogados

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