Depósitos gaúchos devem cumprir meta de 15% de certificação

SÃO PAULO – O Rio Grande do Sul deverá cumprir a meta de ter suas unidades armazenadoras com pelo menos 15% de sua capacidade certificada até o dia 31 de dezembro. A previsão é da superintendência regional da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB).

Para a entidade, a maioria das unidades já está com o percentual mínimo exigido.

"É com grande satisfação que nós registramos a informação acerca do cumprimento do percentual de 15% exigido pelo Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras para o exercício de 2012, pelos operadores da armazenagem no Estado do Rio Grande do Sul, que detém um grande número de estruturas voltadas à atividade no País", comentou o coordenador de Serviços de Infraestrutura, Logística e Aviação Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Alberto Nunes Batista.

A adesão mostra o entendimento do setor quanto às vantagens da qualificação das estruturas, o que agrega valor e visibilidade aos produtos submetidos ao processo. "Na medida em que o País amplia a sua participação no mercado internacional de alimentos, é de fundamental importância que os processos de guarda e conservação sejam cada vez mais aperfeiçoados, em um permanente processo de alinhamento do volume produzido à qualidade do manejo", avalia Batista. De acordo com ele, trata-se de um empreendimento único, sem precedente em outros países; a certificação das unidades armazenadoras colocará o Brasil entre os melhores operadores dessa atividade no mundo, assegurando aos nossos produtos o reconhecimento do mercado interno e externo.

O estado tem 4,8 mil armazéns e cada complexo pode ter mais de uma estrutura armazenadora. As empresas que não cumprirem a primeira etapa da certificação até o final do ano serão impedidas de estabelecer contratos para a guarda dos estoques públicos reguladores. Anualmente, de 2012 a 2016, o escalonamento é que 15% dos armazéns deverão ser cadastrados e, em 2017, os 25% restantes.

A certificação consiste no reconhecimento formal, concedido por um organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), de que uma entidade tem competência e os requisitos técnicos estabelecidos no regulamento de avaliação.

Fonte: DCI – SP

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