DANILO UCHA – Por que não saem as PPPs no Estado

Cristiano Tatsch, secretário do Planejamento e Desenvolvimento

Cristiano Tatsch, secretário do Planejamento e Desenvolvimento

As desconfianças sobre a constituição de Parcerias Público-Privadas (PPPs) para resolver problemas em transporte, saneamento, irrigação e segurança persistem no Rio Grande do Sul. De ambas as partes, tanto do lado do governo quanto da iniciativa privada. Por isso, o governador José Ivo Sartori (PMDB) estuda a possibilidade de criar um escritório só para discuti-las, estabelecendo áreas de atuação, etapas de constituição e as famosas garantias de ambos os lados. É um trabalho para o secretário estadual do Planejamento e Desenvolvimento Regional, Cristiano Tatsch.

LED

Com a proibição da venda das tradicionais lâmpadas incandescentes, o consumidor está buscando outros tipos, principalmente as de LED (Light Emitting Diode). O arquiteto Pedro Tessarollo, da Klaxon Arquitetura, dá duas dicas sobre LED: quanto mais amarelada, com 2.700 k, a luz é mais aconchegante, ideal para quartos e áreas de lazer; quanto mais branca, 4.000 k, melhor para escritórios e áreas onde se precisa bastante claridade. Edson D’Arrigo, presidente da Intral, fabricante das LED Aledis, em Caxias do Sul, nosso consultor em matéria de LED, confirma que o importante é ver a luminosidade que aparece na embalagem, expressa em Lumens. Para obter a luminosidade de uma lâmpada tradicional de 60 Watts, necessita-se de uma LED de 800 Lumens.

Madeira

Um novo produto começou a gerar renda e emprego no porto do Rio Grande. O envio de toras de madeira de florestamentos de vários municípios da Zona Sul, em torno de Pelotas, para a celulose Portocel, em Aracruz, Espírito Santo. O primeiro embarque de 18 mil toneladas foi feito ontem. De acordo com o superintendente do porto, Janir Branco, o programa é movimentar 800 mil m3/ano de madeira, vindas de um raio de 100 quilômetros. No primeiro embarque, foram feitas 400 viagens com 11 caminhões. Apesar de ser navegação costeira — Rio Grande-Aracruz —, o transporte é feito por navio de bandeira liberiana, o Sebetiba Bay.

Corredor Bioceânico

Outra grande obra rodoviária transcontinental que não sai do papel é o Corredor Bioceânico ligando o porto de Porto Alegre ao porto de Coquimbo, no Oceano Pacífico, no Chile. O projeto prevê 2.472 quilômestros de rodovia pavimentada no Brasil, Argentina e Chile para agilizar o transporte de carga e de passageiros nesta região, abrindo nova saída para os produtos brasileiros pelo Pacífico. Está prevista, inclusive, a construção de um túnel — Água Negra — sob as montanhas da fronteira Argentina-Chile. Por enquanto, são só reuniões.

Rio Gravataí

Cansados de 10 anos de tentativas infrutíferas para resolver os problemas da área industrial-portuária do rio Gravataí, entre Porto Alegre e Canoas, inclusive a famosa dragagem do rio, que se arrasta há anos, as empresas que atuam na região resolveram constituir a Associação do Parque Hidroviário Gravataí Garças Humaitá, congregando as empresas titulares, arrendatárias ou detentoras de posse nas margens das hidrovias do baixo Gravataí, Arroio das Garças e Canal de Humaitá. “Agora, vai”, diz Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários, um dos fundadores da associação, dizendo que ela também servirá de exemplo para a criação de parques hidroviários em vários municípios gaúchos.

Walmart

A rede de supermercados Walmart está em busca de líderes no Rio Grande do Sul. Há vagas para diretor distrital de operações, diretor e gerente de loja trainee. Os interessados devem cadastrar currículo até o dia 24 de julho no site Brasilhttp://www.walmartbrasil.com.br/carreiras/trabalhe-conosco.

PIS/Cofins

Pelo menos dois dispositivos da recente Lei 13.137, sobre novas normas do PIS/Cofins, serão contestados na Justiça pelos empresários. Primeiro, o adicional de 1% de Cofins-Importação e a vedação ao crédito correspondente; segundo, o aumento do PIS e da Cofins-Importação para autopeças.

Cantor investidor

O cantor e empresário Sorocaba resolveu investir um pouco de seu dinheiro no Sul. Vai construir, em Florianópolis (SC), o Floripa Corporate, o primeiro centro comercial interligado a um shopping center, em parceria com a construtora Basis Brasil e a incorporadora Novo Teto

 

Danilo Ucha – ucha@jornaldocomercio.com.br
Painel Econômico

Coluna publicada em 09/07/2015

Fonte : Jornal do Comércio

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