DANILO UCHA – Boas práticas melhorama produtividade

Gedore aperfeiçoou técnicas de produção de suas ferramentas

Gedore aperfeiçoou técnicas de produção de suas ferramentas

A Gedore, fabricante alemã de ferramentas profissionais instalada em São Leopoldo, aplicou duas técnicas de produção que quase dobraram sua produtividade e podem servir de exemplo a outras indústrias. O diretor Volker Lübke é quem explica. Uma das estratégias foi usar o que se chama Medida do Tempo dos Métodos em Montagens, que determina a melhor maneira para execução de um trabalho, e, com isso, foi possível aumentar a produtividade em mais de 60%, quase dobrando a capacidade de produção de uma pessoa por hora e reduzindo pela metade o custo de um profissional por peça. O outro procedimento foi o de Gestão Visual, que reduziu de 10 para dois dias a análise de não conformidades e diminuiu em 30% os custos de sucata e retrabalho.

Florestas

Se as autoridades da Advocacia-Geral da União, técnicos do ministério da Agricultura, parlamentares e representes das entidades do setor florestal chegarem a um acordo e flexibilizarem as normas para aquisição de terras por estrangeiros, "o País vai abrir suas portas para grandes investimentos que tem interesse em consumir madeira de reflorestamento, inclusive, fazendo parceria com pequenos e médios produtores". O comentário é de Paulo Cardoso, que participou da fundação da ABFlorestas, entidade que nasceu com o objetivo de levar informação ao pequeno e médio produtor rural que tenha como um de seus negócios o cultivo de florestas plantadas de eucalipto, pinus ou qualquer outra árvore comercial. Uma das ações da entidade, será fornecer preços de madeira e seus derivados, por região, e informar quem são os potenciais compradores. Maiores detalhes em www.senarms.org.br/projetos/mais-floresta.

Uniagro

Chegaram ao mercado os novos potes exclusivos com frutas secas da importadora Uniagro. Os rótulos são mais explicativos e os potes reutilizáveis em geladeira, freezer e micro-ondas, segundo Carlos Schneider, diretor da empresa.

Plataformas abandonadas

No dia 18, vai fazer um ano que a Petrobras decidiu romper o contrato com a Iesa, a quem tinha encomendado 24 módulos para as plataformas de exploração petrolífera P-66, P-67, P-68, P-69, P-70 e P-71, no valor de US$ 720 milhões (hoje, cerca de R$ 2,83 bilhões). Alguns dos módulos que chegaram a ser iniciados, estão abandonados, ao relento, apodrecendo, em Charqueadas, onde a Iesa se instalou, e a Petrobras não sabe o que fazer com eles. Também nunca ficou bem claro porque a então presidente da Petrobras, Graça Foster, resolveu romper o contrato com a Iesa, deixando-a quebrar e frustrando milhares de pessoas que acorreram ao município contando com os empregos.

Recuperação judicial

Uma pergunta que está crescendo entre os produtores rurais: por que a recuperação judicial não pode beneficiar quem trabalha na agropecuária? Se o produtor rural faz grandes empréstimos, em bancos públicos e privados, movimenta altos valores, como qualquer empresa ou indústria, por que não tem o benefício de repactuar suas dívidas em caso de crise? O que podemos adiantar é que, na Câmara dos Deputados, há um projeto de lei estendendo a recuperação judicial ao campo.

Projetos

O Instituto de Gerenciamento de Projetos-RS e a Ufrgs assinaram convênio, através da Faculdade de Engenharia, para realização de ações conjuntas sobre o aprendizado da gestão de projetos na área de engenharia. A informação é do presidente do instituto, Thiago Regal.

Painel Econômico
DANILO UCHA
Painel Econômico

Fonte : Jornal do Comércio

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