Conselho Monetário deve avaliar 10 votos agrícolas neste mês

Preço mínimo para as culturas de inverno poderão ser revistos para baixo

A reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) de maio deverá avaliar 10 votos referentes a assuntos agrícolas. Mas podem ser mais, segundo o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt. A reunião do CMN geralmente ocorre na última quinta-feira do mês.

Um dos temas a serem votados pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, além do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, é o preço mínimo para as culturas de inverno. No ano passado, o valor foi reajustado, o que se mostrou uma política equivocada já que os preços de mercado do cereal ao longo da safra estiveram abaixo do valor mínimo de garantia do governo, o que fez o produtor optar por negociar a safra nos leilões públicos de prêmios.

Especula-se no mercado sobre a possibilidade de os preços mínimos para algumas culturas, como o trigo, serem reduzidos. Se isso ocorrer, será a primeira vez que o governo revê para baixo os valores que balizam o apoio à comercialização da agricultura brasileira. Bittencourt, no entanto, não dá pistas a respeito desta possibilidade ser debatida no CMN.

– Não faço comentários sobre os votos – disse.

Ele informou que o CMN apreciará também votos na área da agricultura empresarial – por conta da proximidade da nova safra agrícola -, na área do café e do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

– O governo está tentando, como nos anos anteriores, antecipar medidas para o Plano Safra – disse Bittencourt.

De acordo com o secretário, a intenção é a de que haja tempo suficiente para a divulgação generic cialis canadian pharmacy das normas, ainda em maio, das portarias de equalização pelo Tesouro, em junho, e que as instituições financeiras já estejam aptas a oferecer o crédito aos produtores a partir de julho, quando começa a nova safra.

order prescription drugs online without prescription align=”justify”>Fonte: Agência Estado

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