Confirmada presença da Helicoverpa armigera no Rio Grande do Sul

Ministério da Agricultura convocou para quinta reunião para discutir ações de combate e monitoramento da praga no Estado

Kasuya

Foto: Kasuya / Adapar PR

Ministério da Agricultura convocou uma reunião com especialistas da área para discutir ações de combate e monitoramento da praga no Estado

Foi confirmada pela primeira vez a presença da lagarta Helicoverpa armigera no Rio Grande do Sul. O serviço de sanidade vegetal do Estado fez o alerta nesta terça, dia 19, para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A identificação foi feita por meio de análise da morfologia de lagartas coletadas em lavouras de soja do Estado.

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Os estudos foram feitos pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Embrapa. Diante da notícia, o ministério da Agricultura convocou uma reunião com especialistas da área para discutir ações de combate e monitoramento da praga no Estado. O encontro ocorrerá na próxima quinta, dia 21, em Porto Alegre.
Pedido de emergência

O Estado de Goiás pode ser o próximo a ter declarada situação de emergência fitossanitária. O governo já realizou o levantamento sobre as áreas atingidas pela lagarta helicoverpa. De acordo com o Ministério da Agricultura, um pedido oficial do Estado de ainda não chegou à pasta. Mas assim que o documento for enviado, o status de emergência deve ser declarado.

Estado de emergência em Mato Grosso e oeste da Bahia

Nessa segunda, dia 18, uma portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), havia declara estado de emergência fitossanitária para implantação de medidas contra o ataque intensivo da lagarta Helicoverpa armigera em lavouras de Mato Grosso. O estado de emergência, que tem duração de um ano, possibilitará aos produtores importar e usar defensivos agrícolas à base do princípio ativo benzoato de emamectina, ainda não registrados no Brasil

Na primeira quinzena de novembro, a região do oeste da Bahia já havia sido declarada em estado de emergência. A região foi a mais afetada pela praga na safra passada, com prejuízos estimados em R$ 2 bilhões, devido ao ataque em lavouras de soja, milho e algodão.

CANAL RURAL

Fonte: Ruralbr

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