CNA sedia debate com mulheres que atuam no comércio internacional

Brasília (12/03/2019) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sediou o painel “Abertura Comercial e Novas Perspectivas para a Inserção Internacional no Brasil” na segunda (11), em Brasília. O evento foi promovido pelo Women Inside Trade (WIT), um fórum de discussão entre mulheres que atuam no comércio internacional.

O encontro, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, teve como foco estimular a discussão sobre o tema e impulsionar a presença feminina dentro da área. Segundo a superintendente de Relações Internacionais da CNA e moderadora do painel, Lígia Dutra, afirmou que o Brasil e o setor agropecuário têm muito a ganhar com a abertura comercial.

“O Agro é um setor muito competitivo, que já está acostumado a vender lá fora e a exportar. Temos muito a ganhar com a abertura comercial do Brasil”, disse a superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra.

Três representantes do Ministério da Economia participaram do debate. Para a secretária-executiva adjunta da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Ana Paula Repezza, o evento permitiu explicar como o governo está se organizando para realizar esse processo.

“Mostramos quais estratégias vamos perseguir para isso, olhando sempre de forma sistêmica para a agenda de abertura comercial, considerando os ganhos e potenciais perdas e observando todos os setores envolvidos nisso”, afirmou Ana Paula.

A secretária especial adjunta de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Yana Dumaresq, destacou a importância de se construir consensos para que a inserção econômica do País possa avançar.

“Ela não é uma agenda só do governo ou só do setor produtivo. Ela é uma agenda em que todos têm que dar a sua contribuição para implantar ações importantes, de forma que o Brasil possa se fazer mais presente no exterior”, declarou Yana.

Na opinião da diretora da Secretaria Executiva do Ministério da Economia, Kélvia Albuquerque, a abertura comercial é fundamental para que o Brasil possa se beneficiar mais das cadeias globais de valor.

“Precisamos de um debate transparente sobre esses temas. Isso é o mais importante para que tenhamos bons resultados e para que eles sejam compreendidos corretamente pela sociedade, porque, primeiro de tudo, estamos falando de mudanças culturais que precisam ser efetivadas”, destacou Kélvia.

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Fonte : CNA