CMN anuncia novas medidas para socorrer safra agrícola

O governo anunciou novas medidas para socorrer a safra agrícola que passa por dificuldades financeiras por conta da baixa liquidez no sistema financeiro internacional. Em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN), realizada ontem a noite, o governo aumentou de 25% para 30% o direcionamento obrigatório dos recursos do recolhimento de compulsórios dos depósitos à vista para a agricutlura. A medida vai injetar dose cialis R$ 4,5 bilhões para o setor e começa a vigorar a partir de 1 de novembro.

A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura prometeu à Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que um voto será destinado a liberação de recursos agrícolas por meio da redução do recolhimento de compulsórios, que pode ser sobre os depósitos à vista. Na prática, era esperado que o CMN fizesse mudanças na Medida Provisória (MP) 432, aprovada este ano, que impediu que milhares de produtores rurais com dívidas roladas acessassem novos financiamentos antes “de os bancos reclassificarem os riscos financeiros das operações”. Essa informação foi dada pelo deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que conversou ontem com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. “Já houve um acordo entre os ministérios online meds without prescription da Fazenda e da Agricultura sobre isso.”, disse o parlamentar. Essa dívida soma R$ 10,5 bilhões, o equivalente a 216 mil operações, e foi renegociada para ser paga em até quatro anos.

O Ministério da Agricultura não informou o valor dos recursos que serão injetados a agricultura através de recursos provenientes dos compulsórios. Porém a Febraban defende uma redução de R$ 9 bilhões dos compulsórios sobre os depósitos à vista para recompor os recursos do Plano Agrícola que encolheram por conta do enxugamento dos recursos no sistema bancário. Stephanes já havia dito anteontem que duas medidas deveriam ser anunciadas nesta semana para amenizar a falta de crédito na praça. Uma delas seria a injeção de R$ 5 bilhões através da redução de recolhimento de compulsório.

Fonte: Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados – Pág. 11

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