CMN amplia crédito para produção de milho e autoriza renegociação de dívidas de produtores de maçã

Com medida do Conselho Monetário Nacional, agricultor terá direito ao dobro do valor inicialmente proposto

Cláudia Baartsch

Foto: Cláudia Baartsch / Agência RBS

CMN anunciou medidas para incentivar produção de milho

O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou nesta quinta, dia 23, uma medida de incentivo à produção de milho. Os agricultores terão direito a mais crédito, com juros controlados, para poder financiar o plantio da cultura. O valor de custeio, que antes era de R$ 800 mil dobrou para R$ 1,6 milhão. Se o produtor adotar boas práticas agrícolas, terá direito a mais 30% de financiamento.
— Ele pode se financiar até R$ 800 mil e se usar boas práticas agropecuárias, como a conservação de solo e o plantio direto na palha, esses R$ 800 mil podem subir para R$ 1,1 milhão por CPF. O que o Conselho Monetário Nacional aprovou hoje foi a elevação de mais R$ 800 mil. Aquele produtor rural que planta milho vai ter acesso a mais R$ 800 mil para o seu cultivo de milho, o seu custeio à taxa de 5,5% — explica o secretário adjunto de Política Econômica, João Rabelo.
Os novos limites de financiamento também são válidos para o custeio de sorgo.
MAÇÃ
O CMN também autorizou nesta quinta a composição de dívidas por meio da contratação de operação de crédito rural com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para liquidação de operações de crédito rural de investimento contratadas por produtores de maçã.
Serão liberados até R$ 300 milhões com prazo do financiamento de até 10 anos, incluindo um ano de carência, e taxa de juros de 7,5% ao ano. Poderão ser renegociadas as dívidas originárias de uma ou mais operações do mesmo mutuário contratadas até 30 de dezembro de 2010. O saldo devedor total será limitado a R$ 5 milhões por agricultor e será exigida a amortização de, no mínimo, 5% do saldo devedor a ser paga até a data de formalização da renegociação.

RURALBR, COM INFORMAÇÕES DO CANAL RURAL E MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Fonte: Ruralbr

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