CJF adere a recursos ecologicamente corretos

O Conselho da Justiça Federal (CJF) está cada vez mais preocupado em promover a cultura da responsabilidade ambiental. E uma das formas mais eficientes de mostrar seu comprometimento é “colocando a mão na massa”. Essa atitude “verde” já pode ser vista na construção da nova sede e na frota de veículos do Conselho. Além, é claro, das pequenas, mas não menos grandiosas, ações praticadas ao longo dos anos, como consumir papel reciclado, descarte de cartuchos usados e economia de copos plásticos.

A frota de veículos do CJF utiliza combustíveis de fontes renováveis desde o início de 2007, visando uma menor emissão de CO2 (gás carbônico) e uma economia maior dos preços do álcool hidratado com relação à gasolina, na proporção de 70% – controle exercido pela Seção de Serviços Gerais. Segundo o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), os veículos movidos a gasolina emitem 8 vezes mais gás carbônico (CO2) que um veículo idêntico movido a álcool.  E um caminhão movido a diesel emite 5,3 vezes mais CO2 na natureza que outro, nas mesmas condições, que utiliza biodiesel.

Já na nova sede, estão previstas no projeto a implementação das seguintes ações:

1- Sistema de esgoto a vácuo – permeia todo o sistema de coleta de dejetos e água servida, projetando uma economia de até 60% da água utilizada para o descarte deste material;

generic drugs without prescription align=”justify”>2- Sistema de reuso de água – permite a reutilização de águas do denominado “esgoto limpo”, proveniente de pias, lavatórios e ar condicionado que, após um tratamento simples poderão atender à irrigação de jardins e ao esgotamento sanitário, prevendo-se uma economia de até 10% da água utilizada para tais finalidades;

3- Sistema de condicionamento de ar – utilização de tecnologia tipo “VRF”, com resfriamento a gás não agressivo ao meio ambiente, trazendo economia de energia e de água, vez que permite o controle setorial personalizando a temperatura dos diversos ambientes físicos, assim como suprimir a dissipação de ar condicionado em ambientes temporariamente não utilizados. Cálculos existentes indicam uma economia, com utilização de água, energia e procedimentos de manutenção, em torno de 30% em comparação com sistemas convencionais;

4- Sistema de iluminação – dotado de lâmpadas tipo “T5”, que consomem cerca de 20% a menos de energia que as atuais lâmpadas ”T8”, sendo mais eficientes quanto a luminosidade, maior rendimento e maior vida útil;

5- Revestimento externo – projetada a instalação de cialis 50 mg fachada de vidro, do lado nascente do edifício, o que possibilitará a iluminação dos ambientes com luz natural, diminuindo a utilização de energia  elétrica para a iluminação artificial.

6 – Projeto paisagístico – previsto o plantio de espécies nativas do cerrado, compondo a proposta em respeito ao espaço natural que cerca o edifício. A escolha de espécies nativas vem garantir a adaptação das plantas às condições de clima e solo da região, contribui para a sobrevivência da flora e fauna do cerrado e pode garantir a não introdução de espécies invasoras, segunda maior causa de perda de biodiversidade no planeta.

O acompanhamento da execução do projeto de construção da nova sede está sendo efetuado pela Comissão de Fiscalização da Obra da Sede do CJF, formada por servidores da Assessoria de Arquitetura e Engenharia e da Subsecretaria de Manutenção e Serviços Gráficos. Os resultados dessa opção estão previstos para serem divulgados em abril/2009.

Fonte: Portal da Justiça Federal

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