CAMPO E LAVOURA – O que está em definição no protocolo da Expointer

Uma parte das ações necessárias para a realização da Expointer presencial em tempos de pandemia já está definida. Além da data e do formato, outro ponto definido diz respeito ao limite diário de visitantes, estabelecido em 15 mil – que se somam às cerca de 10 mil pessoas que atuam na organização e execução da feira. Mas há outras propostas feitas e sob avaliação para o período do evento, de 4 a 12 de setembro.

O processo é conduzido pela Secretaria da Saúde. E passa pelas mãos da médica Cynthia Molina Bastos, diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs). Uma das sugestões é a de que trabalhadores que permanecem no parque Assis Brasil, em Esteio, durante a exposição, sejam vacinados previamente, preferencialmente com dose única – caso ainda não tenham sido imunizados.

Foi feita a solicitação de que esses profissionais sejam relacionados, para que o procedimento seja possível, a tempo do início da exposição e dentro da janela necessária para a ação do imunizante. Também deverão ser todos testados para a entrada no parque.

Outra perspectiva é a de contar com drones e câmeras de vigilância para monitorar pontos sensíveis a potenciais aglomerações. O objetivo, explica Cynthia, é de que o monitoramento a ser desempenhado tenha um caráter também educativo, visto que se está em um período de sindemia (que se refere a um momento em que há a interação entre o problema de saúde com aspectos econômicos e sociais).

– Em cima disso a gente precisa de algo que faça as pessoas viverem e receberem informações corretas. A ideia é usar a Expointer como um espaço de educação, a partir de experiências que sejam concretas – pondera.

Serão iniciativas dentro do mesmo espírito do vídeo divulgado pela atriz Leandra Leal, em que ela mostra a proteção da máscara, "visível" por meio de um pó colorido que é jogado sobre ela. Os monitores que atuarão também deverão ter como princípio a educação:

– Uma abordagem voltada à pessoa no sentido de construir a solução – observa a diretora do Cevs.

gisele.loeblein@zerohora.com.br

GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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