CAMPO E LAVOURA – Novos registros

Os casos são apurados pela Secretaria da Agricultura. A coleta de amostras permite análise laboratorial das abelhas mortas.

Dos 13 laudos recebidos neste ano (foram 18 amostras), 77% tinham resíduo do inseticida fipronil e 69%, mais de um ingrediente ativo. E em duas, carbofurano e fluquinconazol, de uso não permitido no RS.

A imagem acima captura um caso recente de um problema que tem se repetido no Estado: a mortandade de abelhas. O registro, dessa vez, foi na propriedade que é arrendada por Aldo Machado dos Santos, presidente da Cooperativa Apícola do Pampa Gaúcho, coordenador da Comissão Apícola da Farsul e da Câmara Setorial de Apicultura da Secretaria da Agricultura.

Ao chegar no local, em São Gabriel, na Fronteira Oeste, encontrou abelhas mortas em 34 colmeias, em um prejuízo estimado de R$ 900 por caixa:

– Muitas vezes o apicultor termina assumindo o prejuízo ou fazendo um acerto com quem causou o problema.

Nesta semana, a secretaria divulgou laudos e reforçou que desenvolve ações para estimular o registro. Santos reconhece que a subnotificação existe, mas avalia que a divulgação, a orientação e o treinamento de produtores e apicultores, além das penalidades aplicadas por uso incorreto de inseticidas, ajudaram a diminuir o número de ocorrências.

gisele.loeblein@zerohora.com.br

GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *