CAMPO E LAVOURA – Novo modelo da Expointer exige cuidados redobrados

No formato inovador pensado para colocar de pé a Expointer deste ano, nada será mais importante do que garantir a segurança e a saúde daqueles que estarão presencialmente no parque Assis Brasil, em Esteio. Embora em número limitado em relação à exposição habiual, exigem cuidados redobrados. Manter a covid-19 do lado de fora dos portões certamente é um dos grandes desafios do evento que começa no sábado, dia 26, e segue até 4 de outubro.

Protocolos que cumprem as legislações vigentes relacionadas à prevenção da doença foram alinhados entre as secretarias da Agricultura e da Saúde. Máscaras passam a ser uma extensão de quem circulará pela área. Para os que necessitam ficar instalados antes e durante o período da feira, são feitos testes rápidos.

– Tem uma tenda para testagem junto ao desembarcadouro de animais.Toda pessoa que chega e vai ficar é testada – explica José Arthur Martins, subsecretário do parque Assis Brasil.

Resultados positivos determinam o impedimento do ingresso nas áreas com atividades. Quem fizer o exame também não poderá mais ficar entrando e saindo do local. A partir de hoje, pessoas que irão transitar temporariamente no parque terão a temperatura medida na entrada.

Não será permitida a entrada de público externo, à exceção daqueles que foram adquirir produtos da agricultura familiar, por meio do drive-thru. Nesse caso, o acesso de veículos será pelo portão 1, que fica para o lado do parque voltado à BR-116. Em sentido único, os clientes não poderão circular por outras partes da área de 141 hectares. E deverão estar com a proteção facial, assim como os produtores das agroindústrias – esses também tendo sido testados para covid-19.

Na arena do cavalo crioulo, onde ocorrem as provas do Freio de Ouro, serão mantidas as regras que viabilizaram as etapas classificatórias depois da chegada da pandemia.

Para Covatti Filho, secretário da Agricultura, um dos desafios cruciais dessa edição, considerada híbrida por ter atividades presenciais e virtuais, será fazer e monitorar todos os protocolos de saúde:

– Outro desafio é justamente fazer esse ambiente virtual.

Martins acrescenta que o "tamanho da fórmula ficou maior" em relação ao habitual:

– Tem de mudar o método de raciocínio que se usou como padrão durante muito anos.

gisele.loeblein@zerohora.com.br

GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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