CAMPO E LAVOURA | No encalço das pragas

A ameaça trazida pela nuvem de gafanhotos na vizinha argentina colocou o Rio Grande do Sul em alerta e evidenciou o trabalho de proteção à produção agropecuária, que normalmente passa despercebido. É feito por técnicos que atuam na área de Defesa Vegetal da Secretaria da Agricultura. Com o Ministério da Agricultura e dentro da legislação estabelecida, têm a tarefa de monitorar e manter longe problemas indesejáveis, como o inseto devorador de plantações.

Entram ainda na categoria de pragas fungos, bactérias, vírus, plantas e outros insetos.

– O trabalho de vigilância é silencioso. A atuação é na prevenção, no monitoramento. E, enquanto a praga não chega, não chama a atenção – observa Ricardo Felicetti, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal.

O grupo conta com 58 engenheiros agrônomos, cinco engenheiros florestais e 26 técnicos agrícolas. Realizam mais de mil ações de fiscalização e inspeção anualmente.

– Novas pragas exigem adequação do trabalho, disponibilidade de equipamentos para atender a demanda e minimizar prejuízos – diz Felicetti.

gisele.loeblein@zerohora.com.br

GISELE LOEBLEIN

Fonte: Zero Hora