CAMPO E LAVOURA – Mudanças à vista na estrutura da Emater

Três anos depois do incêndio que destruiu parcialmente a sede da Emater na Capital, a ocupação do prédio pelos servidores vai sendo retomada. Oficialmente, uma cerimônia está marcada para 2 de agosto. Mas o retorno ao espaço no bairro Menino Deus não é a única mudança em curso. Conforme publicação no Diário Oficial do Estado de ontem, em 4 de agosto será realizada uma sessão extraordinária com os integrantes do Conselho Técnico Administrativo da Emater para deliberar sobre a indicação de Edmilson Pedro Pelizari, ex-prefeito de Pinhal, para o cargo de presidente.

Substituirá Geraldo Sandri, que assumiu em abril de 2019. Mestre em Administração, com foco em Liderança pela UFRGS, havia atuado durante 30 anos no Banco do Brasil. Sua indicação partiu do PP, que tinha – e tem – o comando da Secretaria da Agricultura. Em março deste ano, Covatti Filho retomou a cadeira na Câmara Federal. Foi sucedido pela mãe, a deputada estadual Silvana Covatti. O nome indicado para o comando da Emater também é da legenda.

Sobre a troca, Silvana explica que é um ajuste normal, conforme necessidades da pasta.

O atual presidente diz que o processo "vinha sendo conversado" e que deixará a instituição satisfeito com o trabalho desempenhado:

– É uma nova extensão rural, saneada, organizada e olhando para frente – resume.

A coluna apurou que ele estaria sendo sondado para ocupar outra função dentro da estrutura pública. Na Emater, um ponto considerado importante, daqui para frente, é a repactuação do passivo trabalhista da instituição.

NO RADAR

Está aberta a temporada de busca dos vinhos mais representativos da safra deste ano, escolhidos na Avaliação Nacional de Vinhos, promovida pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). Os eleitos serão revelados em 6 de novembro. Mas, para chegar até lá, algumas etapas precisam ser cumpridas. A primeira delas é a inscrição das amostras pelas vinícolas, que vai do próximo dia 27 até 18 de agosto. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da associação: enologia.org.br/area-restrita/eventos/.

352,14 mil

toneladas foi o volume de carne de frango exportado pelo Rio Grande do Sul no primeiro semestre deste ano, alta de 5,8% sobre igual período de 2020, aponta a Associação Gaúcha de Avicultura. O avanço veio apesar da queda de 5,5% nos abates nesse intervalo. A receita somou US$ 559,99 milhões, 20,6% acima do negociado de janeiro a junho do ano passado. O presidente-executivo da entidade, José Eduardo dos Santos, avalia que, em razão da elevação dos custos de produção, que levou à redução de abates, o mercado externo se viabiliza como alternativa vital às indústrias exportadoras .

gisele.loeblein@zerohora.com.br

GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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