CAMPO E LAVOURA – As conquistas do primeiro final de semana da Expointer

A largada da Expointer no formato possível em meio à pandemia registra suas primeiras conquistas, que vão além das premiações. Com sua grande final realizada no domingo, o Freio de Ouro consagrou nas pistas o garanhão Matrero Colibri, conduzido por Gabriel Marty, e Balisa III do Itapororó, montada por Fábio Teixeira (leia mais na página 12). No ambiente do cavalo crioulo, outras vitórias foram comemoradas. Uma delas é a organização de um protocolo de cuidados a serem seguidos, que tornaram possíveis a realização das classificatórias e a disputa pelo título em meio à pandemia.

Foi o ano em que o uso da máscara se tornou peça obrigatória e que a torcida precisou acompanhar os movimentos a distância, por imagens transmitidas em tempo real. O público se multiplicou no ambiente virtual – a estimativa da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) é de que 80 mil pessoas assistiram as provas.

Outro feito exibido nos resultados é a integração de criadores e ginetes de Brasil, Argentina e Uruguai. O cavalo vencedor é de origem uruguaia, mas desde 2018 é treinado em solo gaúcho, pelo ginete que o levou ao pódio. O Freio de Bronze pertence a dois estabelecimentos, um argentino e outro gaúcho. E o ginete Freio de Bronze é uruguaio. Destaque ainda para a dobradinha feminina entre as expositoras das éguas premiadas com primeiro e segundo lugar.

A prevenção contra a covid-19 se estendeu para outras áreas do parque. Até ontem, segundo o subsecretário José Arthur Martins, mais de 700 testes rápidos tinham sido aplicados.

GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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