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CAMPO E LAVOURA | A hora do quentão

Com a chegada do inverno, o quentão acaba se tornando aliado de muita gente na hora de tentar espantar a sensação de frio. A bebida à base de uva costuma ter seu consumo incrementado nesta época do ano, pegando carona nas baixas temperaturas e também nas festas juninas realizadas no período. Neste ano, mesmo com as celebrações desmarcadas por causa do coronavírus, a cooperativa Nova Aliança, de Flores da Cunha, decidiu lançar no mercado outra versão do seu quentão pronto.

Em embalagem cartonada de um litro, o novo rótulo de quentão começou a ser comercializado na segunda quinzena de junho. Com isso, a vinícola da Serra pretende substituir gradativamente os rótulos de vidro, feitos até o ano passado.

O presidente da cooperativa, Alceu Dalle Molle, afirma que a meta é comercializar 240 mil litros da bebida neste inverno. Boa parte das vendas deve ser encaminhada nos próximos dias, em que há previsão de queda nas temperaturas.

– É um produto muito sazonal. Se baixa a temperatura, começam a aparecer os pedidos – constata.

Segundo Dalle Molle, o lote produzido neste ano com as uvas de uma das melhores safras da história do Rio Grande do Sul ficou com qualidade superior à de anos anteriores.

– O quentão está com mais aroma e coloração mais intensa que o de outros anos – resume Dalle Molle.

Uma das poucas vinícolas a incluir o quentão no portfólio, a Nova Aliança é a maior fabricante da bebida no país.

No radar

O plantio da principal cultura de inverno do Rio Grande do Sul chega à reta final. Até o dia 25 de junho, conforme levantamento da Emater-RS, 74% da área de trigo já havia sido semeada no Estado.

fernando.soares@zerohora.com.br [1]

FERNANDO SOARES | INTERINO
Fonte: Zero Hora

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