CAMPO ABERTO – SEM VACINA, COM INVESTIMENTO

O Rio Grande do Sul quer estar pronto, até o final do próximo ano, para atender a todas as exigências do Ministério da Agricultura para a retirada da vacina contra a febre aftosa. A pasta estabeleceu um cronograma segundo o qual o Estado precisaria tomar a medida em 2021. Mas ao se antecipar nas ações, o governo estadual poderá dar o passo nessa direção antes do prazo previsto.

– Nossa preocupação é cumprir essas metas – avalia Ernani Polo, secretário da Agricultura.

Além disso, o Paraná já solicitou auditoria do ministério. Delegado do Sindicato dos Médicos Veterinários do Estado, João Júnior avalia que, do ponto de vista técnico, é interessante a retirada da vacina, para acessar mercados, mas faz uma ressalva:

– Somos a favor da retirada, desde que com investimento e controle das fronteiras.

gisele.loeblein@zerohora.com.br

GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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