CAMPO ABERTO – POR UM LUGAR NO AGRO

Em um mercado de crédito com potencial enorme – do tamanho da grandeza das safras -, tem gente buscando reforçar a participação. Bancos públicos e privados direcionam esforços para ampliar a fatia na carteira do agronegócio. Ontem, o Santander abriu a segunda loja no Rio Grande do Sul especializada no segmento. Foi em Sarandi (no detalhe), no Norte.

– Sarandi é considerada o polo industrial da região do Alto Uruguai, inclusive abrigando agroindústrias. Tínhamos de ter uma loja no município para atender aos produtores rurais da região com a exclusividade que eles merecem – afirma Carlos Aguiar, diretor de Agronegócios do Santander Brasil.

A outra unidade está localizada em Frederico Westphalen. No país, são 23 com esse foco, sendo que três já se converteram em agências tradicionais. Segundo o banco, o crescimento no montante de recursos liberados para o setor produtivo cresceu 188% entre dezembro de 2015 e abril deste ano.

No Estado, o Banrisul, que nasceu da necessidade do agro, tenta retomar o fôlego no crédito rural. Amanhã, lança com pompa e circunstância o Plano Safra 2019/2020, em cerimônia que deve contar com a presença do governador Eduardo Leite.

– O setor hoje se configura como uma das principais estratégias do Banrisul para os próximos anos. Primeiro como papel de banco público, de fomentar uma das principais atividades da economia gaúcha. Entendemos que precisamos ser um player com certo protagonismo – diz Robson Oliveira Santos, superintendente executivo de crédito de agronegócio do Banrisul.

A ideia, segundo executivo, é mais do que dobrar a participação no mercado no setor, com um crescimento obtido "de forma sustentada".

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GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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