CAMPO ABERTO | OI PESSOAL, EU SOU O FUTURO

No primeiro encontro da nova empresa, criada a partir da aquisição da Monsanto, a Bayer resolveu aguçar a curiosidade de jornalistas e produtores com a presença de um recepcionista especial na sede em Monheim na Alemanha: Buddy. Ele abraça, dança e faz pose para selfies. Também responde a perguntas como "por que a multinacional alemã decidiu comprar a empresa americana?".

O robô demonstra na prática as aplicações da inteligência artificial.Buddy é de uma família de cinco "irmãos" que vivem na Alemanha – há ainda parentes nos EUA. Serve justamente como ferramenta de divulgação das ações que a marca desenvolve por meio do seu laboratório de inteligência artificial.

– É para testar, para ver como estão questões como o reconhecimento de voz, como a máquina é capaz de aprender e funciona – conta Julia Andre, a zelosa "mãe".

Inovação, sustentabilidade e transformação digital são os pilares sobre os quais a empresa alemã quer embasar o futuro da produção.

– A comida é a nova religião. Não existem soluções fáceis – ponderou Liam Condon, líder da divisão agrícola da Bayer.

A nova companhia foi oficialmente criada em 8 de junho, depois de dois anos de processo de análise do negócio por órgãos reguladores de diferentes países. No Brasil, 80% dos R$ 15 bilhões de faturamento vêm da divisão agrícola.

* A jornalista viajou a convite da Bayer

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JOANA COLUSSI

Fonte: Zero Hora

Gisele Loeblein*

Direto de Monhein, Alemanha