CAMPO ABERTO – NO RADAR

A UMIDADE elevada na segunda metade do mês de julho atrapalhou o desenvolvimento das culturas de inverno no Rio Grande do Sul. Levantamento da Emater divulgado ontem aponta que 3% da área de trigo está na fase de floração, quando a lavoura fica muito suscetível ao excesso de chuva.

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) aproveita a visibilidade – e o grande público – da Churrascada, evento realizado em São Paulo amanhã, para apresentar uma novidade da raça: a carne dry aged certificada. Produzida em parceria com o frigorífico Silva, de Santa Maria, passa por um processo de conservação diferente. A proteína é colocada em uma câmara com controle de temperatura, umidade e ventilação. Fica lá por período mínimo de 30 dias e vai perdendo a umidade – cerca de 10% a 15% do peso. O objetivo? O especialista em carnes Rogerio Betti (foto) explica:

– A carne fica com sabor mais concentrado, super macia, saborosa, mais amanteigada.

Os cortes serão preparados para público de 2,5 mil pessoas – os ingressos, que custam entre R$ 300 e R$ 400, esgotaram-se em cinco horas. Ao todo, serão 20 chefs preparando churrasco. Além da carne, cervejas artesanais e shows completam o cardápio do evento, que está na 11ª edição.

Betti virá ao Estado durante a Expointer, quando dará o curso Criando Conexões -Manejo Racional. A iniciativa, em parceria com a empresa Vallée, será no dia 30, a partir das 9h30min, no estande da ABHB.

As vagas são limitadas (30) e destinadas a criadores e formadores de opinião. NOVIDADE NO PRATO

Uma das barreiras a ser superada pelos produtores do queijo serrano é a da comercialização, hoje restrita ao município de origem. Entidades e secretaria da Agricultura discutem a possibilidade de alterar regras do Susaf (que permite a venda no Estado), com a equivalência do serviço de inspeção municipal. A expectativa é de que saia na Expointer.

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GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora