CAMPO ABERTO – MÃOS À MASSA

Preocupados com os efeitos do desabilitação de 20 frigoríficos brasileiros de aves que exportavam à Europa, os sindicatos de trabalhadores nas indústrias de alimentação não cruzarão os braços. Hoje, em reunião na Capital, querem definir ação internacional em defesa da qualidade do produto do Brasil. Segundo Siderlei Silva de Oliveira, presidente da Confederação Brasileira Democrática dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação da CUT, a ideia é organizar missões e conversar com associações de consumidores e federações:

– Nossa preocupação é com demissões. Haverá um caos no Brasil se isso acontecer.

A estimativa é de que há cerca de 40 mil empregados nas unidades suspensas pela União Europeia. Só nas duas plantas do RS embargadas, Serafina Corrêa e Marau, atuam 4,4 mil funcionários.

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GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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