CAMPO ABERTO – "Gostaríamos de rever a taxa de juro agrícola"

NEI CÉSAR MÂNICA

Presidente da Expodireto-Cotrijal

Na próxima semana, Não-Me-Toque se transforma na capital nacional do agronegócio. Durante cinco dias, a Expodireto-Cotrijal concentra as atenções do setor. O momento é positivo: a cooperativa fechou 2017 com faturamento recorde de R$ 1,74 bilhão. Confira o que diz o presidente Nei César Mânica (foto) sobre o evento.

O senhor projetou alta de 20% no faturamento da feira.No que baseia a estimativa?

Deve haver incremento de vendas porque teremos muita inovação, equipamentos. As empresas de máquinas estão vindo com promoções, e os bancos, com linhas especiais. No sul do Estado a safra tem problemas, mas na nossa região as lavouras estão bem. E tem muito produtor do Brasil capitalizado que vem para fechar negócio.

Que investimento foi feito para a Expodireto deste ano?

Foram pontuais, melhorias no parque. Temos 513 expositores – ano passado, foram 507 – e lista de espera de 200 empresas.

Há expectativa de algum anúncio do governo federal?

Esperamos que tragam alguma coisa. Gostaríamos de rever a taxa de juro agrícola. O juro agrícola está maior do que a Selic (taxa básica de juro). Estamos no contrapé.

gisele.loeblein@zerohora.com.br gauchazh.com/giseleloeblein 3218-4709

GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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