CAMPO ABERTO – FREIO DA DESPEDIDA

A final da principal prova da raça, o Freio de Ouro, realizada ontem na Expointer, foi também a última de Eduardo Suñe na condição de presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). Hoje, associados se reúnem para assembleia geral que deve eleger, por aclamação, chapa única para o biênio 2018-2020.

Na sua gestão, Eduardo teve de lidar com o desafio da "crise sem precedentes" no país. E garante que, apesar disso, a raça conseguiu avançar para outras regiões do país, como o Centro-Oeste e o Nordeste. E se o Freio de Ouro ajudou a selecionar a raça, é a participação em outras provas que tem alimentado aposta em novas fronteiras.

– O cavalo crioulo tem se adaptado a todas as provas equestres do mundo. Não é a toa que hoje também está ganhando os Estados Unidos – afirma o atual presidente, no cargo até outubro.

O sucessor será Francisco Kessler Fleck, que está afinado no discurso.

– Vamos atrás do sonho de vencer em solo americano – afirma Fleck, lembrando que em setembro o cavalo crioulo F5 Licurgo Tapajós participa dos Jogos Equestres Mundiais, nos EUA.

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GISELE LOEBLEIN

Fonte : Zero Hora

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