CAMINHOS DA SAFRA – Terminal de Contêineres de Paranaguá amplia calado operacional para 12,1 metros

Incremento de 30 centímetros para navios com até 345 metros de comprimento eleva potencial de movimentação em mais de 140 mil TEUs por ano

Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá (PR) (Foto: TCP/Divulgação)

(Foto: TCP/Divulgação)

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá (PR), ampliou seu calado máximo operacional de 11,8 metros para 12,1 metros. O incremento garante maior disponibilidade e espaço para embarques e vale para os berços 217 e 218, podendo ser ampliado para o 216.

Para que a obra fosse feita, o Porto de Paranaguá passou por obras de dragagem de aprofundamento em 2017 e 2018. As aprovações junto à Marinha do Brasil foram feitas neste ano.

“Nos últimos seis meses, trabalhamos na comprovação da viabilidade do aumento do calado operacional para os grandes navios de contêineres, que se dará de forma gradual ao longo dos próximos meses”, explicou o diretor comercial e institucional da empresa, Thomas Lima. 

Segundo o executivo, a ampliação garantie janelas de atracação de navios com LOA (comprimento máximo) de até 345 metros, que se tornarão mais flexíveis, deixando o terminal mais competitivo para armadores, importadores e exportadores, e com uma capacidade operacional ampliada em mais de 140 mil TEUs no ano.

“A atratividade de um terminal de contêineres está diretamente ligada à sua produtividade. Com esses avanços, os grandes navios serão operados de forma mais eficaz, e nossos clientes poderão usufruir de uma maior oferta de escalas e espaço para embarques, o que é essencial para o reaquecimento econômico esperado nos próximos anos, e para o agronegócio”, afirmou.

Segundo Thomas Lima, a aprovação do novo calado operacional é mais um passo para transformar o terminal em um hub marítimo, e novos investimentos na infraestrutura são esperados.

“Planejamos em conjunto com as demais entidades do porto melhorias de infraestrutura marítima. Isso irá acontecer com a remoção de rochas no acesso principal, revisão da sinalização náutica nos acessos e com a dragagem dos novos dolfins”, ressaltou.

REDAÇÃO GLOBO RURAL

Fonte : GLOBO RURAL

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