Audiência discute endividamento dos produtores rurais brasileiros

Fonte: Jornal Correio do Brasil | Por Agência Câmara

O endividamento dos produtores rurais brasileiros, em especial o relativo aos débitos inscritos em Dívida Ativa da União, será discutido nesta tarde em audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. A audiência tratará ainda das operações inadimplentes de Securitização, do Programa Especial de Saneamento dos Ativos (Pesa) e das parcelas de investimentos e custeios renegociadas.

O deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que sugeriu a audiência, afirma que é necessário discutir os efeitos da Lei 11.775/08, que trata da regularização de dívidas rurais, e de suas resoluções.

Foram convidados para a audiência:
– o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Ives Cezar Fulber;
– o coordenador-geral de Análises Econômicas do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz de Araújo;
– o gerente-executivo de Regulação e Controle das Operações Rurais e do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) do Banco Central, Deoclécio Pereira de Souza;
– o coordenador-geral da Secretaria de Política Econômica do Ministro da Fazenda Francisco Erismá.

O debate ocorrerá a partir das 14h30, no Plenário 6.

Da Redação/MM

Um comentário em “Audiência discute endividamento dos produtores rurais brasileiros

  1. Esta audiencia está transcorrendo num momento impróprio em funçao da repercução da votação no novo Codigo Florestal, entretanto dado a importancia que deveria ter, pois a situação de muitos devedores é extremamente aflitiva ja inscritos na DAU, impedidos de prosseguirem em suas atividades e impedidos de venderem seus imoveis agricolas que na maioria das vezes ja foram ultrapassados seus valores de garantia. Necessitamos de um novo recálculo, pois a maioria das dívidas remontam de 1989/1990 e, encontran-se ou iniciaram extremamente inchadas, chegando hoje a valores absurdos impagaveis mais a taxa Selic e juros caso renegocie baseado na lei 11.775/08, é assinar a propria sentença de morte. A solução tem que ser definitiva dando a todos a oportunidade dentro dos moldes toleráveis para que possamos pagar sem sacrificar nossa produção e o minimo de rentabilidade, ou seja, transformar o valor em produto.

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