Atenção redobrada aos subprodutos

Caberá às indústrias citadas pelo Ministério Público a tarefa de identificar os subprodutos que possam, por ventura, terem sido fabricados a partir do leite contaminado com ureia. Segundo o diretor executivo do Sindilat, Darlan Palharini, as empresas conseguem rastrear em quais outros produtos o leite foi utilizado. De acordo com ele, toda inconformidade da matéria-prima poderá ser detectada, ainda, pelos sistemas de inspeção.

Para Palharini, os 100 milhões de litros de leite contaminados representam pequena quantidade de matéria-prima, se comparados à produção do RS, que processa 10 milhões de litros/dia.

Conforme o Ministério Público, a operação Leite Compen$ado teve foco no produto cru, não estendendo a ação para os derivados. Contudo, o órgão garante que a investigação prossegue.

O superintendente do Ministério da Agricultura (Mapa) no RS, Francisco Signor, reforçou que os exames de rotina continuarão sendo feitos em queijos e demais derivados do leite. ‘Porém, não temos ainda uma metodologia capaz de detectar este tipo de problema nos demais subprodutos’, explica.

Fonte: Correio do Povo

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