Agrenco iniciará operações de fábrica em MT em junho

Fonte: Valor | Fernando Lopes | De São Paulo

A Agrenco Limited anunciou ontem que iniciará as operações de seu complexo de processamento de grãos de Alto Araguaia, em Mato Grosso, no próximo dia 27 de junho. A unidade chegou a entrar em fase de testes antes do pedido de recuperação judicial da empresa, em setembro de 2008, e já está praticamente concluída. Os ajustes que faltam serão feitos com parte de um aporte de até R$ 130 milhões do fundo britânico Global Yield Fund Limited (GEM), aprovado em janeiro.

"Mostraremos aos credores que a decisão deles [de aprovar o novo plano de retomada, no início de maio] foi acertada", afirmou Luis de Lucio, CEO interino da Agrenco, ao Valor. O executivo é sócio-diretor da Alvarez & Marsal, que desde janeiro assessora a empresa em sua tentativa de voltar ao mercado. Ainda que não tenha mais tempo de explorar todo o potencial da safra de grãos 2010/11, que está em fase final de colheita no país, De Lucio acredita em fluxo de caixa positivo no curto prazo.

Inicialmente, explicou Nils Bjellum, executivo que está na Agrenco há oito anos, Alto Araguaia deverá processar 2 mil toneladas de soja por dia. Não há prazo definido para que a capacidade total de 3 mil toneladas seja atingida. Também ontem, a Agrenco informou que Bjellum e outros quatro executivos deverão compor seu novo conselho de administração unificado. O farelo e o óleo resultantes do processamento da soja em Alto Araguaia serão vendidos no mercado interno. Outra fonte de renda é a geração de energia, que pode ser feita a partir de capim, cavaco de madeira ou bagaço de cana.

Rafael Carlos, diretor da Alvarez & Marsal, disse que a outra unidade inacabada da Agrenco, em Caarapó (MS), também vai rodar, mas ainda não há data definida para isso.

Agrenco iniciará operações de fábrica em MT em junho

Fernando Lopes | De São Paulo

26/05/2011

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A Agrenco Limited anunciou ontem que iniciará as operações de seu complexo de processamento de grãos de Alto Araguaia, em Mato Grosso, no próximo dia 27 de junho. A unidade chegou a entrar em fase de testes antes do pedido de recuperação judicial da empresa, em setembro de 2008, e já está praticamente concluída. Os ajustes que faltam serão feitos com parte de um aporte de até R$ 130 milhões do fundo britânico Global Yield Fund Limited (GEM), aprovado em janeiro.

"Mostraremos aos credores que a decisão deles [de aprovar o novo plano de retomada, no início de maio] foi acertada", afirmou Luis de Lucio, CEO interino da Agrenco, ao Valor. O executivo é sócio-diretor da Alvarez & Marsal, que desde janeiro assessora a empresa em sua tentativa de voltar ao mercado. Ainda que não tenha mais tempo de explorar todo o potencial da safra de grãos 2010/11, que está em fase final de colheita no país, De Lucio acredita em fluxo de caixa positivo no curto prazo.

Inicialmente, explicou Nils Bjellum, executivo que está na Agrenco há oito anos, Alto Araguaia deverá processar 2 mil toneladas de soja por dia. Não há prazo definido para que a capacidade total de 3 mil toneladas seja atingida. Também ontem, a Agrenco informou que Bjellum e outros quatro executivos deverão compor seu novo conselho de administração unificado. O farelo e o óleo resultantes do processamento da soja em Alto Araguaia serão vendidos no mercado interno. Outra fonte de renda é a geração de energia, que pode ser feita a partir de capim, cavaco de madeira ou bagaço de cana.

Rafael Carlos, diretor da Alvarez & Marsal, disse que a outra unidade inacabada da Agrenco, em Caarapó (MS), também vai rodar, mas ainda não há data definida para isso.