ABERTURA DE MERCADO – Soja: EUA ameaçam elevar tarifas sobre produtos da China e Chicago recua 2%

Confira as principais notícias sobre mercado agropecuário, câmbio e previsão do tempo para começar o dia bem informado

Soja no mercado físico – R$/saca de 60 kg

  • Passo Fundo (RS): 82,50

  • Cascavel (PR): 81,00

  • Rondonópolis (MT): 78,00

  • Dourados (MS): 78,50

  • Porto de Paranaguá (PR): 88,00

  • Porto de Rio Grande (RS): 88,50

  • Porto de Santos (SP): 87,50

  • Porto de São Francisco do Sul (SC): 88,00

Soja na Bolsa de Chicago (CBOT) – US$ por bushel

  • Agosto/2018: 8,86 (-17,00 cents)

  • Novembro/2018: 9,01 (-17,25 cents)

Milho

O mercado brasileiro de milho seguiu com o cenário de preços firmes nesta quarta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, apesar do período de colheita da safrinha, as ofertas continuam justas, sem pressão de venda.
Chicago
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de realização de lucros, influenciado também pelas preocupações em torno da tensão comercial entre Estados Unidos e China.

Milho no mercado físico – R$/saca de 60 kg

  • Rio Grande do Sul: 41,00

  • Paraná: 37,00

  • Campinas (SP): 42,00

  • Mato Grosso: 25,00

  • Porto de Santos (SP): 40,50

  • Porto de Paranaguá (PR): 40,00

  • São Francisco do Sul (SC): 40,00

Milho na Bolsa de Chicago (CBOT) – US$ por bushel

  • Setembro/2018: 3,65 (-7,25 cents)

  • Dezembro/2018: 3,79 (+7,00 cents)

grãos de soja

Foto: Pixabay

A forte queda nos contratos futuros em Chicago pesou sobre as cotações domésticas da soja. O dólar subiu, mas não o suficiente para compensar o recuo no mercado internacional. Como consequência, a comercialização travou nas principais praças do país.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços  mais baixos. Depois de seis sessões seguidas de ganhos, o mercado corrigiu tecnicamente, com os agentes aproveitando para realizar lucros.

Novidades sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China foram fundamentais para a retração nos preços da oleaginosa. A notícia é de que os Estados Unidos estariam pensando em elevar de 10% para 25% as tarifas sobre produtos chineses em um total de US$ 200 bilhões.

A medida teria como objetivo forçar os chineses a retomar as conversas. Mas essa possibilidade não foi bem recebida pelo governo chinês, que deixou claro que não vai aceitar pressão ou chantagem.

 

Soja no mercado físico – R$/saca de 60 kg

  • Passo Fundo (RS): 82,50

  • Cascavel (PR): 81,00

  • Rondonópolis (MT): 78,00

  • Dourados (MS): 78,50

  • Porto de Paranaguá (PR): 88,00

  • Porto de Rio Grande (RS): 88,50

  • Porto de Santos (SP): 87,50

  • Porto de São Francisco do Sul (SC): 88,00

Soja na Bolsa de Chicago (CBOT) – US$ por bushel

  • Agosto/2018: 8,86 (-17,00 cents)

  • Novembro/2018: 9,01 (-17,25 cents)

Milho

O mercado brasileiro de milho seguiu com o cenário de preços firmes nesta quarta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, apesar do período de colheita da safrinha, as ofertas continuam justas, sem pressão de venda.
Chicago
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de realização de lucros, influenciado também pelas preocupações em torno da tensão comercial entre Estados Unidos e China.

Milho no mercado físico – R$/saca de 60 kg

  • Rio Grande do Sul: 41,00

  • Paraná: 37,00

  • Campinas (SP): 42,00

  • Mato Grosso: 25,00

  • Porto de Santos (SP): 40,50

  • Porto de Paranaguá (PR): 40,00

  • São Francisco do Sul (SC): 40,00

Milho na Bolsa de Chicago (CBOT) – US$ por bushel

  • Setembro/2018: 3,65 (-7,25 cents)

  • Dezembro/2018: 3,79 (+7,00 cents)

  • Café

    O mercado brasileiro de café teve uma quarta-feira de preços fracos, de estáveis a mais baixos mais uma vez. A queda do arábica na Bolsa de Mercadorias de Nova York pressionou as cotações no Brasil. Depois de alguma movimentação na parte da manhã, o mercado travou com as perdas externas.
    Nova York
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da quarta-feira com preços mais baixos. O mercado aprofundou-se abaixo da importante linha de US$ 1,10 a libra-peso.
    Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, a safra brasileira de 2018 avança bem, com clima seco favorecendo os trabalhos de colheita e secagem. Além disso, os sinais de boa produção no Vietnã e a safra cheia na Colômbia garantem uma boa perspectiva produtiva mundial. 
    Sendo assim, espera-se uma temporada 2018/2019 de excedente produtivo. Diante desse cenário de oferta tranquila, a demanda segue na defensiva, desfazendo-se gradualmente dos estoques formados temporadas atrás.
    Londres
    Em Londres, a Bolsa Internacional de Finanças e Futuros para o café robusta também encerrou as operações desta quarta-feira com preços moderadamente mais altos.
    Segundo traders, em uma sessão volátil, com o mercado buscando um direcionamento mais claro, as cotações acabaram fechando no terreno positivo diante de fatores técnicos, com recuperação após as perdas da terça-feira. 

    Café no mercado físico – R$ por saca de 60 kg

    • Arábica/bebida boa – Sul de MG: 415,00 – 420,00

    • Arábica/bebida boa – Cerrado de MG: 420,00 – 430,00

    • Arábica/rio tipo 7 – Zona da Mata de MG: 370,00 – 380,00

    • Conilon/tipo 7 – Vitória (ES): 317,00 – 323,00

    Café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) – em cents por libra-peso

    • Setembro/2018: 108,05 (-1,85 cent)

    • Dezembro/2018: 111,30 (-1,80 cent)

    Café robusta na Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (Liffe) – em US$ por tonelada

    • Setembro/2018: 1.644 (-US$ 16)

    • Novembro/2018: 1.637 (-US$ 15)

    • Boi

      O mercado do boi gordo aguarda uma melhora no consumo nos próximos dias. Com a proximidade do feriado do dia dos pais e do quinto dia útil, quando o poder de compra do consumidor aumenta, a expectativa é que a demanda por carne seja elevada. Segundo a Scot Consultoria, frigoríficos já ofertam preços acima da referência para o boi gordo, a fim de garantir produção.
      Em contrapartida, indústrias que estão com escalas confortáveis aproveitam o momento para testar o mercado e ofertar menores preços, sem efetividade no fechamento de negócios.
      Em São Paulo, na comparação mensal, a arroba do boi gordo teve alta de 2,8% frente ao início de julho e as escalas de abate giram em torno de seis dias.

      Boi gordo no mercado físico – R$ por arroba à vista

      • Araçatuba (SP): 143,00

      • Triângulo Mineiro (MG): 136,00

      • Goiânia (GO): 131,00

      • Dourados (MS): 134,50

      • Mato Grosso: 123,00 – 128,00

      • Marabá (PA): 125,00

      • Rio Grande do Sul (oeste): 4,80 (kg)

      • Paraná (noroeste): 143,00

      • Sul (TO) 128,00

      • Veja a cotação na sua região

      Dólar e Ibovespa

      O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,15%, cotado a R$ 3,759 para compra e a R$ 3,761 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,733 e a máxima de R$ 3,771.
      O Ibovespa encerrou a terça com alta de 0,01%, aos 79.301,65 pontos. O volume negociado foi de R$ 9,543 bilhões.

      Previsão do tempo para quinta-feira, dia 2

      Fonte: Somar Meteorologia

Sul

Boa parte da região ainda tem tempo firme. As exceções são a faixa leste do Paraná e o extremo sudeste Santa Catarina. Nessas áreas, o tempo permanece com condição para chuva fraca. No noroeste paranaense, há previsão de pancadas de chuva isoladas no final do dia.
A temperatura mínima continua baixa, com uma sensação de frio principalmente no período da manhã. Por conta dessas temperaturas mais baixas e da baixa quantidade de nebulosidade, há condições para geadas em regiões de serra e na fronteira com o Uruguai.

Sudeste

Mesmo com o afastamento da frente fria para o oceano, ainda há condições para chuva em todo o Rio de Janeiro e Espírito Santo. No leste de Minas Gerais, a chuva também continua, porém sem condição para ser de intensidade forte.
Atenção para o retorno de precipitações nas áreas paulistas que fazem divisa com o Paraná e o sul de Mato Grosso do Sul, por conta de áreas de instabilidade que se formam no final do dia.
A temperatura sobe um pouco no interior de São Paulo e oeste mineiro, porém sem probabilidade para atingir recordes.

Centro-Oeste

As pancadas de chuva isoladas ficam mais concentradas no sul de Mato Grosso do Sul. Essa chuva vem em forma de pancadas isoladas e de fraca intensidade, sem risco para extremos.
Essa chuva dará uma boa aliviada na umidade relativa do ar, porém apenas na faixa sul da região. Nos estados de Goiás e Mato Grosso, a umidade continua em níveis críticos para a saúde humana.

Nordeste

Segue com predomínio de chuva em toda a faixa litorânea na maior parte dos estados da região. Porém a área de chuva segue um pouco mais abrangente e consegue adentrar um pouco mais para o interior do Maranhão. O centro da região, continua seco e com condições para forte calor.

Norte

A chuva ganha força na região. Os maiores acumulados se concentram no norte do Amazonas, norte e nordeste do Pará, além de Roraima e Amapá.

Por Canal Rural, com informações da Agência Safras e Somar Meteorologia

Fonte : Canal Rural

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