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Terminal traz competitividade para agronegócio e reduz custo Brasil, diz Edinho Araújo

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Ministro discursa durante inauguração do Tegram, em São Luís (MA).

Ministro discursa durante inauguração do Tegram, em São Luís (MA).

O novo Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) representa um novo tempo para o escoamento da produção agrícola brasileira, capaz de reduzir o custo Brasil e garantir maior competitividade para os produtos nacionais.

A afirmação foi feita pelo ministro-chefe da Secretaria Nacional de Portos, Edinho Araújo, nesta segunda-feira (10), em São Luís, durante a inauguração da primeira fase do empreendimento que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff.

Para Edinho, a entrega do terminal tem um simbolismo muito forte para a logística e para a infraestrutura do País e deve beneficiar, sobretudo, o agronegócio brasileiro.

“O Tegram representa o novo tempo no escoamento das exportações, especialmente do agronegócio. Um tempo em que a carga deve sempre que possível fazer o menor trajeto entre a lavoura e o porto, e a bordo do modal mais econômico. É um esforço de reengenharia na logística de transporte e de exportação, que trará ganhos de escala para toda a cadeia produtiva, desde o produtor rural ao operador portuário, ao exportador. Menores custos, maior competitividade para os nossos produtos, menor custo Brasil”, enfatizou.

Em sua fala, o ministro destacou que a entrega de hoje, além de estratégica, representa a inauguração do Arco Norte do País para o escoamento da produção brasileira, já que reequilibra a questão de onde são produzidos os grãos e onde são escoados.

Atualmente, apesar de mais da metade da produção de grãos brasileira já ser produzida na região Centro-Norte do País, quase 80% dela ainda é escoada pelos portos do Sul e Sudeste.

“E por que consideramos estratégico escoar parte da safra agrícola pelos portos do Arco Norte? Os embarques de soja em grão, de milho, em 2014, por exemplo, somaram um pouco mais de 66 milhões de toneladas. Desse total, 60% saíram pelos portos de Santos, Paranaguá e Rio Grande. A longa viagem, desde as regiões produtoras até os portos do Sudeste e do Sul, encarece os produtos em até US$ 40 por tonelada, nas maiores distâncias” explicou.

Além disso, Edinho Araújo reafirmou o esforço que o governo da presidenta Dilma tem feito para melhorar a equação entre o escoamento da produção e custo do transporte no Brasil. E acrescentou a importância do Tegram para a consolidação da nova fronteira agrícola do País: a Matopiba, que inclui os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

Fonte : Planalto