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ROBERTO BRENOL ANDRADE: Agrotóxicos

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Agrotóxicos

Em relação à matéria Deputados discutem a liberação de agrotóxicos (Jornal do Comércio, 02/12/2014), “uma das empresas beneficiadas pela decisão da Justiça alegou prejuízos financeiros com a proibição da Fepam, sustentando que o veneno não causa danos ao meio ambiente e beneficia o setor agrícola”. É um absurdo a Justiça brasileira aceitar um argumento criminoso desta empresa, que nem se importa se o produto prejudica o ser humano. Só importa o lucro. Não confio na Justiça, o poder financeiro vence na grande maioria das vezes. Por quê? (Daciur Santos, Porto Alegre)

Agrotóxicos II

O registro de agrotóxicos no Brasil é de competência federal, participando do processo três ministérios (Agricultura, Saúde e Meio Ambiente). Não cabe nem compete a entes estaduais proibir nos seus territórios produto legalmente registrado no âmbito federal. Podem sim os interessados requerer, na esfera federal, a revisão do registro, invocando argumentos técnicos suficientemente convincentes e, não, ideológicos. (Eduardo Araujo, Pelotas)
Carvão

Sobre a nota de Danilo Ucha “Enfim, chance para o carvão em leito fluidizado” (coluna Painel Econômico, JC, 03/12/2014), desde que me formei em Geologia (em 1971) já se falava em leito fluidizado. Aqui no Rio Grande do Sul, as coisas andam lentamente. Veja a travessia Porto Alegre-Guaíba, Cais Mauá e porto. E a termelétrica de Charqueadas e a mina Leão 2, que forneceria o carvão? Aqui o que “anda rápido” é a lentidão. (Evaristo Antonio Kruel, Porto Alegre)
Propinas

Na delação premiada sobre os contratos da Petrobras, foi dito que, do sobrepreço, 1% era entregue ao PP e 2% ao PT. Ora, conclui-se, então, que 7% ficaram com as empreiteiras do cartel, o que representa uma quantia muito superior aos milhões de reais que alguns intermediários prometeram devolver. O povo espera que a Receita Federal, com urgência, efetue amplas auditorias naquelas empreiteiras, pois talvez esse lucro “extra” seja uma “receita não contabilizada” e, consequentemente, não tributada, estando oculta e em poder de diretores e “laranjas”. (Adelino Soares, advogado, Porto Alegre)
Secretário

Lendo a edição de 02/12/2014 do Jornal do Comércio, com o editorial “Gaúchos à espera de um secretário da Fazenda”, deparei com um fato que retrata exatamente o que ocorreu na época. Compartilhei com a minha família a opinião a respeito do meu pai e confesso que ficamos muito emocionados e felizes. (Nicanor K. da Luz Jr. e família)

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Fonte: Jornal do Comércio

ROBERTO BRENOL ANDRADE
opiniao@jornaldocomercio.com.br
Palavra do Leitor

Coluna publicada em 04/12/2014