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Portaria trava socorro a arrozeiros

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O socorro do governo federal purchase prescription drugs online aos arrozeiros deve atrasar. Prometida para até o final da semana passada, a portaria interministerial que legitima a realização de AGF e PEP da safra 2009/10 ainda não foi publicada. A expectativa é que o texto saia até amanhã, informa o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edilson Guimarães. O presidente da Federarroz, Renato Rocha, acredita que, neste primeiro momento, haja acesso ao AGF para 100 mil toneladas. Já o PEP seria liberado na segunda quinzena do mês.

A demora alertou orizicultores, que sem a chancela da portaria, continuam operando a valores menores do que o preço mínimo. Para que o arrozeiro não se precipite, a Federarroz publicou ontem alerta para que a classe não venda o cereal abaixo dos valores mínimos (de R$ 24,13 a R$ 28,30). O pedido foi feito no dia em que um movimento independente de arrozeiros insatisfeitos com o mercado se reuniu. O grupo articula mobilização na abertura da Colheita do Arroz, de 24 a 26 de fevereiro, em Camaquã. Eles não pretendem bloquear rodovias, mas prometem fazer barulho. Segundo o produtor Marcelo Rocha, de Taquari, as medidas anunciadas pelo governo federal servem apenas para “apagar o incêndio”. Entre os argumentos, está o fato de que o preço mínimo não cobre o custo, de R$ 28,50 a R$ 31,00. A reunião resultou em uma comissão formada por 16 produtores que irão preparar, junto com Farsul, Federarroz e Fetag, pauta de reivindicações. “Queremos saber quem está ficando com o lucro que deveria vir para os arrozeiros.”

Correio do Povo